The Promise Ring – Is This Thing On? no YouTube.
Tag Archive for 'vídeo'
Não preciso falar nada, assistam:
Ida Walked Away from takcom™ on Vimeo.
Ví no Designdiary.
Música do AU.
Sometimes, when you think you get the idea about a place you know a lot; you just realize that you don’t. Even when you know that place for years you still wouldn’t be able to picture or simply describe it. Sure you have feelings for that place but you couldn’t tell what, could you?
Then you move away to a totally different place and everything looks fresh and new and exciting. There are lots of people, lots of things you’ve never seen before, you know, so you start trying to understand this whole new world in which you’re in.
There are you — all full of ignorance. By the time you start to look around there’s this little piece of time, this little sparkle of a moment in which things are just things and places are just places. You don’t know anything, you haven’t given anything a value or attribute and you’re open for everything.
Later you’ll figure out that nothing’s new, nothing’s different — your mind is.
And when you remember your old place you see that’s not the same anymore. It changed. Changed because YOU changed.
And this, my friends, changes everything.
The Third & The Seventh from Alex Roman on Vimeo.
Tip: watch it in fullscreen HD.
Procrastinar é ter 17 rascunhos e não publicar nenhum.
É gastar uma hora traduzindo um texto que ninguém vai ler.
É prometer que postará todos os dias mesmo sabendo que não conseguirá…
Procrastinar.
Pro-cras-ti-nar…
Procrastinar.
Procrastinar é evitar fazer alguma coisa.
Procrastinar é ser incapaz de começar
É ler um livro.
É limpar um bule.
É organizar suas prateleiras por cor.
É apontar um lápis.
Procrastinar é gastar 30 minutos procurando pela caneta certa.
É perder 10 minutos fazendo a caneta certa funcionar.
Procrastinar é fazer uma xícara de chá.
Procrastinar é achar o jeito mais difícil de fazer algo.
É pular de uma idéia para outra… pra outra.
É checar os seus e-mails.
Escrever os seus e-mails.
Procrastinar é usar sinônimos ao escrever.
Procrastinar é fazer uma xícara de chá.
Procrastinar é ficar na janela.
É ficar olhando os vizinhos.
É ver televisão.
É não conseguir parar de ver televisão.
É fumar um cigarro.
É lavar a louça.
Procrastinar é organizar sua mesa.
É criar um plano de fuga de emergência.
Procrastinar é reorganizar os móveis.
É jogar videogame.
É jogar videogame de mentira com seus móveis.
Procrastinar é arrumar as meias.
É escrever cartas de agradecimento.
É não escrever cartas de agradecimento.
É sonhar acordado.
É arrumar um filhote.
É regar uma planta.
É rabiscar.
Procrastinar é deixar a barba crescer.
É matar uma mosca.
É batucar com o lápis.
É fazer 8 coisas de vez e não conseguir terminar nenhuma.
Procrastinar é tirar um cochilo.
Procrastinar é ficar bêbado.
É se coçar.
É fazer uma xícara de chá.
É cortar o dedo.
É engraxar a bicicleta.
É tirar meleca.
É esperar o carteiro.
É tentar evitar o inevitável.
Procrastinar é fazer listas.
É não conseguir escolher de que jeito fazer alguma coisa.
É complicar demais as coisas.
É ter medo de terminar algo.
É não saber quando terminar algo…
É não saber como terminar algo…
(transcrição retirada de Simples Coisas da Vida)
Lembro da época do Blogcamp ES, que um dos assuntos que foram mais comentados – e sobretudo divulgado – foi sobre um site brasileiro de vídeos, em um dos primeiros da internet, o Videolog.
Falou-se muito que o Videolog seria um concorrente à altura do YouTube, na América Latina, e muitas qualidades do serviço. Bom, eu não estou aqui para desmentir o que disseram lá, até porque eu nunca havia usado o serviço antes e o único conhecimento que eu tinha sobre ele era da época em que ele surgiu, logo após a febre dos Fotologs, quando ainda não era comum a publicação de vídeos pessoais e isso me deixou uma má impressão.
Mas pelo visto muitas coisas nele mudaram, isso é fato. Mas eu ainda não tinha como publicar nada a respeito já que não conhecia o serviço direito. Isso até o semestre passado, quando eu publiquei um vídeo realizado na faculdade e aproveitei para lançá-lo em diversos sites para poder fazer uma comparação bem embasada. O resultado do teste foi este mini-resenha comparativa de pontos positivos e negativos entre três dos principais serviços de publicação de vídeo na internet: Videolog, Vimeo e YouTube.
Antes de mais nada é bom dizer que o vídeo postado em todos os três sites foi o mesmo. Vale frisar que a comparação aqui se refere a minha breve experiência com os três serviços. Quanto ao formato do arquivo enviado, não me lembro muito bem, mas arrisco a dizer que foi o seguinte:
O Que É, O Que É? – 2mim22s
Xvid H.264 @ 2000kbps / 30hz
Áudio AC3 192kbps
640x480px
Vídeo por Amanda Nascimento e Saulo Pratti.
Dito isto, vamos ao que interessa.
Olá meus queridos, desculpem a demora por atualizações, mas é que enquanto eu não estou aqui no blog escrevendo bobagens ou no Twitter falando do meu dia, eu faço outras coisas interessantes, ou não.
A última peripécia em que me envolvi foi o vídeo abaixo, trabalho da disciplina de Vídeo I da faculdade. Trabalhei com minha colega Amanda Nascimento, que deu as idéias para o roteiro e operou a câmera quando eu estava em cena, óbvio. A gravação aconteceu numa tarde e durou cerca de meia hora, já a edição foi feita em dois dias usando o Adobe Premiere Pro CS3, em mais ou menos 6 horas.
O vídeo fala mais ou menos sobre percepção. Que idéias estão surgindo na nossa cabeça agora?
Tentamos estimular a percepção do espectador a ter algum tipo de curiosidade sobre alguma coisa que não é vista e que na verdade não existe – e o comportamento ridículo durante o processo de criar isso.
Eu sei que prometi há alguns dias atrás um post explicando como fazer um flip book e tals, mas acabei enrolando. Muito bem, não importa porque depois desse vídeo que meu caro amigo Olde me passou, percebi que aquilo era coisa para os fracos. Quero dizer, também não né, mas pra falar a verdade eu nunca tinha visto nenhuma animação explorando este tipo de técnica como o do vídeo abaixo.
Animated Optical Illusions book.
As imagens em movimento são conseguidas através do efeito Moiré, que é basicamente quando duas grades são sobrepostas em ângulos próximos ou em padrões parecidos.

Três amigos estão sentados na grama num show de rock.
amiga 1: “ó, vou terminar o vinho.”
amiga 2 toma o vinho das mãos da outra: “deixa EU terminar o vinho.”
amiga 2: “Saulo, você quer terminar o vinho?”
Saulo faz que sim com a cabeça e termina o vinho.
fim.
Créditos:
Roteiro: Bia, Pétala e Saulo.
Todo criança que se preze já pegou durante uma daquelas aulas chatas de química na 8ª série o cantinho da página do livro e fez desenhozinhos em todas as páginas pra depois ficar passando rápido, mostrando para os coleguinhas as imagem em movimento, até fazer orelha nas páginas e levar esporro da mãe em casa, porque teria que vender o livro no final do ano. Mas o que você não sabia naquela época é que você estava fazendo um flip book.
O flip book, ou kineógrafo, foi inventado no final do século 19, e foi um dos brinquedos ópticos que antecederam o cinema como o conhecemos hoje. Digo mais, sem este e outros brinquedos que até hoje são referenciados por mega-boga blockbusters, não existiria sétima arte, nem Matrix, nem nada. Até mesmo aquele primeiro beijo que você deu durante aquela matinê de Titanic – tô mentindo? – nunca teria acontecido! Muito menos poderíamos hoje, jogar GTA4.
Apesar de velhos, hoje eles ainda são produzidos comercialmente como forma de brindes promocionais em eventos e coisas do tipo, como também podem ser feitos para presente ou mesmo por diversão. Quer presente mais original do que um cinema de bolso?
Existe uma empresa que faz flip books personalizados e até que eles possuem uma bela galeria de exemplos, mas você teria coragem – e cacife – para encomendar no mínimo 2.500 unidades desses? Então, o jeito é apelar para o melhor estilo punk faça-você-mesmo, buscar aqueles dotes designísticos que você tem guardado desde as aulas de artes do primário.
Mas antes de ensinar o caminho das pedras e mostrar como se faz um é preciso deixar claro alguns conceitos básicos sobre o funcionamento de um flip book, para que possamos entender qual a mágica por trás desse simples objeto de desejo.

Flip book #1 – grid de montagem como ponto-de-partida para a capa.
É mais ou menos assim: como no cinema, o flip book nada mais é do que uma sucessão de imagens estáticas, impressas em algum tipo de suporte resistente, que ao serem passadas rapidamente, fazem uso de um fenômeno óptico conhecido como persistência da retina, para criar a ilusão de imagem em movimento. No cinema, as imagens passam a uma velocidade de 24 quadros por segundo, porém, devido aos limites do suporte que temos no flip book, as imagens passam mais ou menos a uma velocidade de 10fps.
Por esse motivo, a animação pode ficar pulando, mas é assim mesmo. Temos que reduzir a quantidade de imagens a serem impressas para algo em torno de 60, que é mais ou menos o suficiente para criar um bom efeito visual e uma duração para o seu flip book.
A etapa mais importante, e mais difícil, é sem dúvida a escolha do material a ser “animado”. As opções mais comuns são duas e dependem apenas da pessoa saber desenhar ou não. Desenhar quadro-a-quadro dará um resultado bem diferente do que se usar um vídeo já existente. O que é indispensável é que 100% ou a maioria da ação ocorra no canto direito do quadro, que é justamente a área mais visível de um flip book.
Outra coisa importante são as dimensões do livreto. Flip books – os promocionais, principalmente – possuem um tamanho compacto para caberem no bolso, mas devem ser grandes o suficiente para terem uma boa área de visão, para serem manuseado com os dedos e coisa e tal. O tamanho que encontrei durante os meus primeiros testes foi algo em torno de 8cm de largura por 6cm de altura.
Entretanto, outro formato interessante comumente usado é o de 10x5cm, que apesar de perder em tamanho vertical, ganha no tamanho horizontal, que pode ser bem interessante quando se deseja ver (quase) toda a extensão da página.
Além disso, deve-se escolher bem o tipo de papel usado. Folhas comuns do tipo sulfite 75g/m² dão conta pra fazer as páginas internas, mas ai fica a critério do freguês, ainda mais quando se tem papéis especiais disponíveis.
O formato deste flip book é 8x6cm, mas eu poderia ter usado o de 10x5cm. Se você fizer os cálculos, verá que numa folha A3 cabem 20 imagens, tanto de um quanto do outro formato, ou seja, pra fazer esse flip book de 60 quadros, gastei não mais do que 3 folhas A3 e uma A4 para fazer a capa.
Pra não complicar mais essa história toda, vou terminar este post por aqui, porque já está bem longo e já não tou conseguindo lembrar do que escrevi lá em cima.
Mas não se desespere. Sei que você deve estar louco de vontade de fazer um destes, aproveitando que tá no trabalho de bobeira e tem papel e impressoras de sobra o suficiente para imprimir a Trilogia de Senhor dos Anéis inteira em full-motion.
Então, no PRÓXIMO POST, que prometo que será logo logo, explicarei direitinho como fazer. Não desgruda daí!
Quem tem miopia já deve ter passado por isso:
Bem, com um iPod Nano de 4Gb em mãos, minha missão era preencher o bixinho com músicas, videos e tudo o que fosse possível para passar o tempo nos momentos de tédio.
Bom, todo mundo sabe que colocar músicas é bem traquilo. Basicamente, é só escolher as preferidas, criar algumas playlists pra organizar melhor e mandar sincronizar. Outra coisa muito legal é o tal dos podcasts. Supondo que você já sábia o que é um podcast, recomendo o melhor e mais nerd podcast da internet, o Nerdcast. O iTunes baixa o último episódio automaticamente então fica bem fácil de gerenciar a parada.
Mas enfim, vamos ao que importa para o post: Como colocar vídeos do YouTube no iPod?
A tarefa pode não parecer a das mais simples justamente porque o iTunes suporta apenas o formato mp4 – além dos do QuickTime, é claro. Assim, antes de podermos assistir aos nossos vídeos preferidos no iPod, temos que convertê-los para o formato da Apple.
Com o programa certo, todos os nossos problemas são resolvidos em alguns poucos cliques, apresento-lhes o incrível Free Studio Manager – que na verdade é um programinha que centraliza as opções que permitem você escolher qual formato você deseja converter. É o único programa que você vai precisar para converter seus arquivos de mídia portátil! Olha ele aí:
Entre as inúmeras opções que ele possui, temos suporte para videos no YouTube, iPod, iPhone, celular (3gp), PSP, avi, DVD, jpg, mp3 e etc! Com ele você pode tanto converter um video no formato do Flash (.flv) para o iPod como pode fazer o processo ao contrário, de mp4 para flv, de avi para 3gp, de 3gp para avi e muito mais! Além disso, pode até fazer upload de videos para o YouTube, copiar um DVD inteiro para o PC, adicionar legendas, rotacionar e extrair somente o audio em mp3.
Na primeira vez que você clicar sobre uma opção, ele irá fazer o download do conversor que ficará disponível para uso sempre. Assim, você só baixa o que precisar. No nosso caso, lugar melhor para vídeos sob demanda não há como o YouTube, certo? Então, é só clicar na opção Convert YouTube to iPod Format, fazer o download, instalar e teremos a janela a seguir:

Mais fácil de entender, impossível, mas vamos lá:
- Coloque a URL do video do YouTube no primeiro campo.
- O campo de baixo informa onde o video convertido será salvo.
- Temos então um menu no qual escolhemos o formato de saída – iPod, PSP, celular ou mp3 – no nosso caso, iPod.
- Ao lado, há o menu no qual selecionamos a qualidade do vídeo. Bom, aí vai do gosto – e capacidade de armazenamento do iPod – do freguês. Como estamos falando de vídeos do YouTube e da telinha de 320×240 pixels do nano, eu garanto que você pode escolher tranquilo a opção Standart que eu já usei aqui e deu resultados muito satisfatórios.
- Pronto, agora é só ir no iTunes
, adicionar o arquivo à Library (ou Biblioteca de Mídia), colocar corretamente as tags, sincronizar com seu iPod e voilá!
Download:
O programa é totalmente grátis, sem vírus ou spyware e pode ser baixado no site da desenvolvedora DVDVideoSoft.com.
Dúvidas? Deixe nos comentários!
Três designers reproduzem em quatro dias o que teria sido o Dia D da Segunda Guerra Mundial para um programa da BBC. Abaixo, o making of do vídeo mostra que com uma boa dose de criatividade e paciência é possível fazer algo parecido com o que vemos nas telas de cinema.
É claro que com a verba do programa não dá para pagar os 1000 figurantes do Resgate do Soldado Ryan, muito menos o cachê de nenhum Matt Damon.

