Posts Tagged “vídeo”

Lembro da época do Blogcamp ES, que um dos assuntos que foram mais comentados - e sobretudo divulgado - foi sobre um site brasileiro de vídeos, em um dos primeiros da internet, o Videolog.

Se falou muito que o Videolog seria um concorrente à altura do YouTube, na América Latina, e muitas qualidades do serviço. Bom, eu não estou aqui para desmentir o que disseram lá, até porque eu nunca havia usado o serviço e o único conhecimento que eu tinha sobre ele era da época em que ele surgiu, logo após a febre dos Fotologs, quando ainda não era comum a publicação de vídeos pessoais, e isso meio que deixou uma má impressão em mim.

Mas pelo visto muitas coisas nele mudaram, isso é fato. Mas eu ainda não tinha como publicar nada a respeito já que não conhecia o serviço direito. Isso até o semestre passado, quando eu publiquei um vídeo realizado na faculdade e aproveitei para lançá-lo em diversos sites para poder fazer uma comparação bem embasada. O resultado do teste foi este mini-resenha comparativa de pontos positivos e negativos entre três dos principais serviços de publicação de vídeo na internet: Videolog, Vimeo e YouTube.

Antes de mais nada é bom dizer que o vídeo postado em todos os três sites foi o mesmo. Vale frisar que a comparação aqui se refere a minha breve experiência com os três serviços. Quanto ao formato do arquivo enviado, não me lembro muito bem, mas arrisco a dizer que foi o seguinte:

O Que É, O Que É? - 2mim22s
Xvid H.264 @ 2000kbps / 30hz
Áudio AC3 192kbps
640×480px
Vídeo por Amanda Nascimento e Saulo Pratti.

Dito isto, vamos ao que interessa.

1.

O Videolog é um serviço de publicação de vídeos brasileiro e que conta com uma grande base de usuários que publicam conteúdo exclusivo, além de ter parcerias com estúdios e empresas do entretenimento.


O Que é, O Que é? no Videolog.

Pontos Positivos:

  • O vídeo carrega rápido, mesmo numa conexão de 400kbps.
  • O player tem uns controles de brilho, cor e saturação - parecidos com o que temos nas TVs - recurso interessante, mas será que é mesmo necessário?
  • Qualidade mediana de imagem.

Pontos Negativos:

  • Demorou um bom tempo para fazer o upload do vídeo, mesmo numa conexão alta de 2mbps.
  • Aos 1min12s há uma pausa proposital no vídeo que é excluída misteriosamente da versão online.
  • Há algumas inconsistências tanto no layout como no logo em lugares diferentes do site.
  • A navegação do site é um pouco confusa.
  • Não é um serviço de vídeos muito difundido, tendo um menor acervo de vídeos.

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2.


O Que É, O Que É? no Vimeo.

Pontos Positivos:

  • Melhor qualidade de vídeo entre os serviços pesquisados.
  • Upoload e disponibilização rápida do vídeo.
  • Tratamento visual do site e do player bem feitos, com navegação fácil e informações precisas.

Pontos Negativos:

  • Como no Videolog, removeu a pausa proposital do video aos 1min12s, provavelmente deve ser problema do codec que ambos utilizam.

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3.

O YouTube é sem dúvida um dos sites mais populares da internet hoje em dia e recebe milhares de vídeos por dia. E por ser tão popular assim, geralmente é o lugar escolhido para se postar algum vídeo que você quer que seja visto pelas pessoas, amigos ou quem quer que seja.


O Que É, O Que É? no YouTube.

Pontos Positivos:

  • Site popular e com muitos acessos.
  • Foi o único que manteve o vídeo na integra, sem cortes.

Pontos Negativos:

  • Pior qualidade de imagem.
  • Upload e disponibilização mais lento dentre os três.

Depois de ver os pontos positivos e negativos de cada um, a conclusão que chego é imparcial.

Por quê? Porque todos eles têm qualidades e defeitos, restando ao usuário descobrir qual que se encaixa melhor às suas necessidades. Ou, na dúvida, postar seus vídeos em todos eles.

Outras conclusões podem ser tiradas à partir da análise de outros detalhes. Deixo ao cargo de vocês notarem as semelhanças e as diferenças entre cada um dos players.

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Olá meus queridos, desculpem a demora por atualizações, mas é que enquanto eu não estou aqui no blog escrevendo bobagens ou no Twitter falando do meu dia, eu faço outras coisas interessantes, ou não.

A última peripécia em que me envolvi foi o vídeo abaixo, trabalho da disciplina de Vídeo I da faculdade. Trabalhei com minha colega Amanda Nascimento, que deu as idéias para o roteiro e operou a câmera quando eu estava em cena, óbvio. A gravação aconteceu numa tarde e durou cerca de meia hora, já a edição foi feita em dois dias usando o Adobe Premiere Pro CS3, em mais ou menos 6 horas.

O vídeo fala mais ou menos sobre percepção. Que idéias estão surgindo na nossa cabeça agora?

Tentamos estimular a percepção do espectador a ter algum tipo de curiosidade sobre alguma coisa que não é vista e que na verdade não existe - e o comportamento ridículo durante o processo de criar isso.

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Eu sei que prometi há alguns dias atrás um post explicando como fazer um flip book e tals, mas acabei enrolando. Muito bem, não importa porque depois desse vídeo que meu caro amigo Olde me passou, percebi que aquilo era coisa para os fracos. Quero dizer, também não né, mas pra falar a verdade eu nunca tinha visto nenhuma animação explorando este tipo de técnica como o do vídeo abaixo.


Animated Optical Illusions book.

As imagens em movimento são conseguidas através do efeito Moiré, que é basicamente quando duas grades são sobrepostas em ângulos próximos ou em padrões parecidos.

Outro exemplo de Efeito Moiré
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Três amigos estão sentados na grama num show de rock.

amiga 1: “ó, vou terminar o vinho.”
amiga 2 toma o vinho das mãos da outra: “deixa EU terminar o vinho.”
amiga 2: “Saulo, você quer terminar o vinho?”
Saulo faz que sim com a cabeça e termina o vinho.

fim.

Créditos:
Roteiro: Bia, Pétala e Saulo.

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Todo criança que se preze já pegou durante uma daquelas aulas chatas de química na 8ª série o cantinho da página do livro e fez desenhozinhos em todas as páginas pra depois ficar passando rápido, mostrando para os coleguinhas as imagem em movimento, até fazer orelha nas páginas e levar esporro da mãe em casa, porque teria que vender o livro no final do ano. Mas o que você não sabia naquela época é que você estava fazendo um flip book.

O flip book, ou kineógrafo, foi inventado no final do século 19, e foi um dos brinquedos ópticos que antecederam o cinema como o conhecemos hoje. Digo mais, sem este e outros brinquedos que até hoje são referenciados por mega-boga blockbusters, não existiria sétima arte, nem Matrix, nem nada. Até mesmo aquele primeiro beijo que você deu durante aquela matinê de Titanic - tô mentindo? - nunca teria acontecido! Muito menos poderíamos hoje, jogar GTA4.

Apesar de velhos, hoje eles ainda são produzidos comercialmente como forma de brindes promocionais em eventos e coisas do tipo, como também podem ser feitos para presente ou mesmo por diversão. Quer presente mais original do que um cinema de bolso?

Existe uma empresa que faz flip books personalizados e até que eles possuem uma bela galeria de exemplos, mas você teria coragem - e cacife - para encomendar no mínimo 2.500 unidades desses? Então, o jeito é apelar para o melhor estilo punk faça-você-mesmo, buscar aqueles dotes designísticos que você tem guardado desde as aulas de artes do primário.

Mas antes de ensinar o caminho das pedras e mostrar como se faz um é preciso deixar claro alguns conceitos básicos sobre o funcionamento de um flip book, para que possamos entender qual a mágica por trás desse simples objeto de desejo.

Flip book #1
Flip book #1 - grid de montagem como ponto-de-partida para a capa.

É mais ou menos assim: como no cinema, o flip book nada mais é do que uma sucessão de imagens estáticas, impressas em algum tipo de suporte resistente, que ao serem passadas rapidamente, fazem uso de um fenômeno óptico conhecido como persistência da retina, para criar a ilusão de imagem em movimento. No cinema, as imagens passam a uma velocidade de 24 quadros por segundo, porém, devido aos limites do suporte que temos no flip book, as imagens passam mais ou menos a uma velocidade de 10fps.

Por esse motivo, a animação pode ficar pulando, mas é assim mesmo. Temos que reduzir a quantidade de imagens a serem impressas para algo em torno de 60, que é mais ou menos o suficiente para criar um bom efeito visual e uma duração para o seu flip book.

A etapa mais importante, e mais difícil, é sem dúvida a escolha do material a ser “animado”. As opções mais comuns são duas e dependem apenas da pessoa saber desenhar ou não. Desenhar quadro-a-quadro dará um resultado bem diferente do que se usar um vídeo já existente. O que é indispensável é que 100% ou a maioria da ação ocorra no canto direito do quadro, que é justamente a área mais visível de um flip book.

Outra coisa importante são as dimensões do livreto. Flip books - os promocionais, principalmente - possuem um tamanho compacto para caberem no bolso, mas devem ser grandes o suficiente para terem uma boa área de visão, para serem manuseado com os dedos e coisa e tal. O tamanho que encontrei durante os meus primeiros testes foi algo em torno de 8cm de largura por 6cm de altura.

Entretanto, outro formato interessante comumente usado é o de 10×5cm, que apesar de perder em tamanho vertical, ganha no tamanho horizontal, que pode ser bem interessante quando se deseja ver (quase) toda a extensão da página.

Além disso, deve-se escolher bem o tipo de papel usado. Folhas comuns do tipo sulfite 75g/m² dão conta pra fazer as páginas internas, mas ai fica a critério do freguês, ainda mais quando se tem papéis especiais disponíveis.

Uau! Como é possível?!

O formato deste flip book é 8×6cm, mas eu poderia ter usado o de 10×5cm. Se você fizer os cálculos, verá que numa folha A3 cabem 20 imagens, tanto de um quanto do outro formato, ou seja, pra fazer esse flip book de 60 quadros, gastei não mais do que 3 folhas A3 e uma A4 para fazer a capa.

Pra não complicar mais essa história toda, vou terminar este post por aqui, porque já está bem longo e já não tou conseguindo lembrar do que escrevi lá em cima.

Mas não se desespere. Sei que você deve estar louco de vontade de fazer um destes, aproveitando que tá no trabalho de bobeira e tem papel e impressoras de sobra o suficiente para imprimir a Trilogia de Senhor dos Anéis inteira em full-motion.

Então, no PRÓXIMO POST, que prometo que será logo logo, explicarei direitinho como fazer. Não desgruda daí!

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Quem tem miopia já deve ter passado por isso:

Link para o video do Desfile caso o player não abra.
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Bem, com um iPod Nano[bb] de 4Gb em mãos, minha missão era preencher o bixinho com músicas, videos e tudo o que fosse possível para passar o tempo nos momentos de tédio.

Bom, todo mundo sabe que colocar músicas é bem traquilo. Basicamente, é só escolher as preferidas, criar algumas playlists pra organizar melhor e mandar sincronizar. Outra coisa muito legal é o tal dos podcasts. Supondo que você já sábia o que é um podcast, recomendo o melhor e mais nerd podcast da internet, o Nerdcast. O iTunes baixa o último episódio automaticamente então fica bem fácil de gerenciar a parada.

Mas enfim, vamos ao que importa para o post: Como colocar vídeos do YouTube no iPod?

A tarefa pode não parecer a das mais simples justamente porque o iTunes suporta apenas o formato mp4 - além dos do QuickTime, é claro. Assim, antes de podermos assistir aos nossos vídeos preferidos no iPod, temos que convertê-los para o formato da Apple.

Com o programa certo, todos os nossos problemas são resolvidos em alguns poucos cliques, apresento-lhes o incrível Free Studio Manager - que na verdade é um programinha que centraliza as opções que permitem você escolher qual formato você deseja converter. É o único programa que você vai precisar para converter seus arquivos de mídia portátil! Olha ele aí:

Free Studio Manager

Entre as inúmeras opções que ele possui, temos suporte para videos no YouTube, iPod, iPhone, celular (3gp), PSP[bb], avi, DVD, jpg, mp3 e etc! Com ele você pode tanto converter um video no formato do Flash (.flv) para o iPod como pode fazer o processo ao contrário, de mp4 para flv, de avi para 3gp, de 3gp para avi e muito mais! Além disso, pode até fazer upload de videos para o YouTube, copiar um DVD inteiro para o PC, adicionar legendas, rotacionar e extrair somente o audio em mp3.

Na primeira vez que você clicar sobre uma opção, ele irá fazer o download do conversor que ficará disponível para uso sempre. Assim, você só baixa o que precisar. No nosso caso, lugar melhor para vídeos sob demanda não há como o YouTube, certo? Então, é só clicar na opção Convert YouTube to iPod Format, fazer o download, instalar e teremos a janela a seguir:

Convert YouTube to iPod Format

Mais fácil de entender, impossível, mas vamos lá:

  1. Coloque a URL do video do YouTube no primeiro campo.
  2. O campo de baixo informa onde o video convertido será salvo.
  3. Temos então um menu no qual escolhemos o formato de saída - iPod, PSP, celular ou mp3 - no nosso caso, iPod.
  4. Ao lado, há o menu no qual selecionamos a qualidade do vídeo. Bom, aí vai do gosto - e capacidade de armazenamento do iPod - do freguês. Como estamos falando de vídeos do YouTube e da telinha de 320×240 pixels do nano, eu garanto que você pode escolher tranquilo a opção Standart que eu já usei aqui e deu resultados muito satisfatórios.
  5. Pronto, agora é só ir no iTunes[bb], adicionar o arquivo à Library (ou Biblioteca de Mídia), colocar corretamente as tags, sincronizar com seu iPod e voilá!

Download:
O programa é totalmente grátis, sem vírus ou spyware e pode ser baixado no site da desenvolvedora DVDVideoSoft.com.

Dúvidas? Deixe nos comentários!

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Três designers reproduzem em quatro dias o que teria sido o Dia D da Segunda Guerra Mundial para um programa da BBC. Abaixo, o making of do vídeo mostra que com uma boa dose de criatividade e paciência é possível fazer algo parecido com o que vemos nas telas de cinema.

É claro que com a verba do programa não dá para pagar os 1000 figurantes do Resgate do Soldado Ryan, muito menos o cachê de nenhum Matt Damon.

Link caso o vídeo não abra.
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Falta menos de um mês para o BlogCamp ES, nos dias 22 e 23 de março, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Estaremos preparando tudo para poder receber os mais de 50 blogueiros inscritos, incluíndo vários nomes reconhecidos nacionalmente na blogsfera, e de outros estados, que virão para cá exclusivamente para participar e comer uma boa moqueca capixaba!

Porém, contudo, entretanto, muita gente ainda não sabe do que se trata e o que será discutido no evento. Eu também não sei, aliás, ninguém sabe, até porque não há programação definida de assuntos. Praticamente é chegar lá, conhecer as pessoas - as que você conhece e/ou não pela interwebs - e começar a trocar idéias sobre o que quiser.

Para nos comunicarmos com o mundo exterior, haverá conexão wi-fi, assim dá pra brincarmos com nossos gadgets queridos fora de casa! Infelizmente, é provável que não haja capacidade para streaming de áudio/video. Nada que não se resolva com podcasts a cada hora para manter todos informados sobre o que está rolando nas rodinhas de discussão.

Até lá, galére, façam como o rapaz abaixo - um pobre blogodependente -, vamos postar, postar, postar e postar! Só não deixem de linkar, ok? Abrá!


Blogodependência - link caso o vídeo não abra.

* Dica do vídeo da Luciana Eller.

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Começou hoje e vai até o dia 17 de novembro o 14º Vitória Cine Video, festival que acontece na cidade e que promove a produção audiovisual realizando a mostra competitiva nacional de curta-metragens. Este ano a mostra competitiva terá 100 filmes, além de uma programação semanal com cinema na praia e outros eventos que movimentarão a cidade.

14º Vitória Cine Video

Outra coisa bacana que tá rolando - e que eu estou participando - é a oficina de crítica e história de curtas de cinema que começou hoje e vai até sexta-feira. Nessa oficina, vamos produzir algumas críticas feitas à partir dos curtas do festival e que serão publicados no blog do festival durante a semana.

Além dos curtas exibidos hoje no Teatro Glória, queria destacar a exibição do longa A Casa de Alice, de Chico Teixeira:

O sonho de uma família feliz sempre existiu nos sonhos da classe média brasileira da década de 90. Mas em meio ao detalhado retrato de uma família de São Paulo, descobrimos diversos mundos paralelos cheios de segredos, guiados pelo egoísmo de cada personagem. No fundo, todos vivem à beira de um colapso que é mantido apenas pela avó que é menosprezada por todos da casa.

A brilhante atuação da protagonista Carla Ribas nos mostra uma mulher cansada que procura por algo que a faça se sentir viva novamente, revivendo paixões da juventude. A impressão que fica é que a história poderia ter acontecido com qualquer um de nós, ao nos depararmos com elementos e situações que fizeram parte da infância de grande parte das pessoas: a traição, os filhos ociosos, o dia-a-dia pacato, o poder aquisitivo restrito e o desejo de ascensão social, entre outros conflitos familiares.


Se não abrir, clique aqui.

Ao assistir a este filme tenho um sentimento de nostalgia dos anos 90 que traz consigo várias lembranças de bons e maus momentos da minha infância, principalmente pelo sentimento de impotência de quando se é criança, quando o mundo todo passa em frente aos seus olhos e você não pode controlá-lo.

Mesmo com um orçamento baixo, a produção do filme conseguiu caracterizar de forma bela e sincera o apartamento em que a família vive, expondo com clareza as características de uma realidade que é pouco tratada pelo cinema nacional e que se bem trabalhada pode resultar em ótimos filmes, como este que assisti.

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O Emo Day já passou e você não aguenta mais esse monte de gente que não sabe o que é emo de verdade? Então veja esse excelente video, How to Be: Emo e aprenda como ser um emo oldskool de verdade, não esses posers de São Paulo que envergonham a crasse.

E se não abrir, clique aqui.

E pra se divertir um pouco mais, tem o divertidíssimo Emo Game 2 no qual você usa personagens de várias bandas indies na luta contra a cultura pop do mal.

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Mas então, o Estúdio foi isso, foi lindo, maravilhoso, tudo de bom e tudo mais que se possa adjetivar e para finalizar com um 30 hit combo estilo Marvel vs. Capcom, tão aí os videos do clash de Marcelo D2 e Dead Fish no palco do Libanês.

Setlist:
Ex-Quadrilha da Fumaça
Eu Quero Ver o Oco
Sabotage
Polícia
A Urgência

(Se não abrir, clique aqui.)

Cenas dos próximos capítulos: resenha da obra prima independente de sétima arte canadense mais cremosa de todos os tempos, meme da infância e muito mais. Não percam!

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