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O Alexandre Sena se tornou para mim aquele cara que eu gostaria de me parecer quando crescer ficar velho: antenado, comunicativo e bem humorado. Bem humorado eu já sou, então acho que estou indo bem.

Então, eis que o cara na sua intrépida missão de registrar todos os detalhes do evento que marcou minha vida de blogueiro, saca sua câmera de vídeo portátil e começa a tomar alguns depoimentos das pessoas já começavam a se alcoolizar no bar Abertura.

Algumas opiniões um tanto intrigantes, outras bastante reveladoras, e a minha insegurança, ainda tentando imaginar quem eram todas aquelas figuras sentadas na mesa do bar e como tudo iria acontecer no dia seguinte. Confesso agora que esse foi um bom começo, sabe como é, a primeira vez sempre dói, mas com jeitinho, tudo dá certo.

Link para o vídeo casa o player não abra.

Mudando de assunto, os mais atentos devem ter percebido algumas coisas diferentes no blog. A primeira é que agora estamos completamente no novo endereço .com. Quem recebeu o Coolnex Card do Dias Normais não terá problemas, pois o endereço do Blogspot vai continuar funcionando normalmente. O lado ruim é que os rankings do Technorati e BlogBlogs foram zerados, mas nada que atrapalhe de verdade.

E a outra grande adição é que agora na sidebar temos o “Enquanto isso…” com atualizações diretas do Twitter à qualquer hora, via web, gtalk, celular, etc, assim diminuem as chances disso aqui ficar às moscas despropositadamente.

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Forma oculta, desconhecida. Insinua à sua curiosidade o desejo de encontrar a verdadeira face do sentimento que povoa os corações aflitos, doentes, carentes de atenção, carinho e amor. Nas longínquas áreas gélidas e desertas de imensas planícies - onde somente os corajosos (ou insanos) atrevem-se a chegar -, corpos abatidos e magros caminham em direções distintas. Rastejam como cobras, cegas e desengonçadas; mas num ritmo contínuo e suave.

O sol não projetava sombra alguma de seus corpos. A esta hora, algo estaria para acontecer, de modo inesperado. Inesperado, no entanto, nada surpreendente.
A hostilidade do local contribuía para que o clima fosse mais severo e aversível a uma aproximação de uma das partes. Os choques de movimentos entre os corpos não se correspondiam. Havia uma força de repulsão entre os corpos, que se repeliam mutuamente, como cargas elétricas de mesmo sinal em busca de um ponto de equilíbrio - a neutralidade ideal.

E como era de esperar, o tempo passou. Horas depois e eu ainda estava a observar as pequenas figuras humanas que se digladiavam, com os seus olhares mortivos, cínicos e misteriosos.
Pareciam tão pequenos e inofensivos, entretanto, cresciam monstruosamente, como de lobos famintos, engalfinhando os dentes em suas vítimas, demonstrando voracidade e um pouco de compaixão.

Isso me cansou. Me detive por um segundo antes de me deitar, pensei: “por quê é tão difícil compreender a natureza da própria consciência?” O próprio principio da consciência fortalece a razão e banaliza a emoção, fonte da minha inspiração. - dormi.
Nos sonhos que desenrolam em minha mente recheada por compostas emoções, pude entender que nada é tão certo quanto a incerteza do outro, do amanhã e do duvidoso. O que não sentimos, não vemos, negamos ser.

Isto se tornou um rascunho de pensamentos perdidos, rabiscados sem prazer nem pretensão, durante alguma aula hoje. Uma exceção ao que não ocorrerá tão freqüentemente nas próximas semanas. Fui o segundo colocado no último simulado, entre os candidatos de desenho industrial. Serei o primeiro!

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