Posts Tagged “papel”

Designer também tem que matar um leão por dia para sobreviver, assim como o capitão. O que ninguém sabe é que, na verdade, o capitão já foi diretor de arte numa agência de design do Rio de Janeiro.

Enfrentando vários micreiros, gráficos e sobrinhos, na luta contra a violência contra as marcas e logotipos Photoshopados e cheios de degradês. Seu batalhão era conhecido como o C.R.O.P. - Comando de Rafes Orientado a Projeto - e o lema da sua equipe era: Lápis no papel e nada no Corel.

Nos treinamentos, o Capitão Nascimento precisava encontrar um substituto para o comando. Foi ai que ele conheceu a Aspira Sandra Medeiros, a qual tinha um amplo conhecimento de tipografia e produção gráfica, além do pulso firme e caráter incorruptível.

Assim, depois de um longo treinamento na ESDI, a franzina senhora se tornaria a Capitã Medeiros: temida por uns, odiada por outros e adorada sabe-se lá por quem.

Hoje, Sandra é professora na Ufes e pode ser encontrada no Cemuni IV lecionando gráfica e tipografia, sendo este que vos escreve, grande fã de seu trabalho.

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Uma das coisas que aconteceram depois que eu comecei a tomar os remédios e a fazer a dieta por causa da úlcera no estomago, além de perder um pouco de peso, foi que eu comecei a cagar mais que eu costumava. Tipo todo dia ou mais, mas acontece que o ritmo com o que meu pai faz compras continuou o mesmo, salvo as vezes que ele traz verdurinhas e legumes da casa da minha vó.

Acabou que um dia desses de madrugada, antes de ir dormir, deu uma vontadezinha gostosa de bater um barro. Entrei no banheiro e já ia me sentando na privada, quando vejo que não havia papel higiênico. Levantei e fui procurar e constatei que havia acabado todo o papel higiênico da casa.

Foi aí então, que eu tive a brilhante idéia de usar o banheiro do salão de festas do prédio. Fui até lá torcendo para que a porta estivesse aberta… e estava! Que maravilha, me certifiquei que havia papel no local, fiz meu cocozinho feliz, voltei para casa e fui dormir. A partir daí, todas as vezes que precisei, recorri ao banheiro do salão de festas. Seria muita mais inteligente e econômico, inclusive, se parássemos de comprar papel higiênico e só usar os banheiros de lá, já que praticamente ninguém os usam. Só não dá para tomar banho, mas eu nem gosto de tomar muito banho mesmo.

Hoje à tarde, novamente não encontrei papel no banheiro. Esperei um pouquinho, fiz alguns trabalhos que tinha que fazer e finalmente pensei em ir ao salão de festas. Quando ia saindo, encontrei embaixo da porta da sala, um panfletozinho do Carrefour. Peguei-o e desci. Quando chego ao salão, vejo uma um pessoal do prédio, assistindo ao maldito jogo de França x Espanha e impedindo a minha passagem ao banheiro.

Se eu chegasse ali só para ir ao banheiro o pessoal ficaria desconfiadíssimo. Olhei para o jornalzinho do Carrefour, passei a mão nele, sentindo a textura macia e lisa do papel couché e voltei para casa.

Viva a reciclagem de lixo!

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