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Mais Estúdio Coca-Cola

O aguardado show do Dead Fish e Marcelo D2 está chegando aí e a galera toda que correu atrás das blitz já está com o ingresso em mãos – ou pelo menos a maioria.

Quem ainda não conseguiu, se estapeia no orkut por um ingresso que a Ive está dando para quem for mais esperto e fizer a frase mais legal – o que é meio difícil para a turma semi-alfabetizada de lá, mas pelo menos dá para se divertir bastante com o que estão escrevendo. É tanta pérola que nem dá para escrever aqui, então dêem uma olhada neste tópico da comunidade do Estúdio ES.

Enquanto isso, outra galera vende os ingressos por até 40 ou sei lá quantos reais! Pô, rapaziada, vai rolar o Vans Zona Punk Tour no mesmo dia e com várias bandas foda: Boom Boom Kid (Argentina), Colligere, Mukeka di Rato, Carbona, Horace Pinker (EUA), Carnaval, The Bombers e Litígio!

Porra, tudo isso por apenas 20 pilas! Peguem esse dinheiro aí e comprem o ingresso desse show que vai valer muito mais à pena, na moral. Esses jovens criados a base de leite com pêra….

Sobre o show:
Diferentemente dos outros Estúdios, a apresentação deste domingo não será feita em estúdio. Cada banda tocará oito músicas de seu repertório em apresentações separadas e no final tocarão mais quatro músicas, juntado seus estilos e o público experimentando a mistura do rap com o hardcore.

Prefiro não pensar, mas a primeira coisa que me veio à cabeça ao digitar rap e hardcore foi Rage Against the Machine. Juro, foi instantâneo. Teoricamente seria plausível de acontecer – e uma baita de uma felicidade do caralho – afinal D2 e Rodrigo são bons apreciadores de uma boa pedreiragem.

A propósito, estava vendo TV hoje e assisti ao show do Skank + Nação Zumbi, coisa fina demais. Ficou muito bacana a mistura dos tambores com a melodia pop. O resultado, é claro, não é nada transgressor demais para a música pop, mas certamente adicionou elementos pouco convencionais para cada banda. Até eu que tenho mania de esperar muito desse tipo de apresentação, me surpreendi.


Maracatu Atômico neles, porra!

Então fica aqui a dica: clique aqui para ver o que rolou no último Estúdio Coca-Cola para já ir se aquecendo pro Dead Fish no dia 2 de setembro!

Lineup alternativo do TIM Festival

Recentemente foi confirmada a lista oficial das atrações para o TIM Festival que vai acontecer em várias capitais brasileiras, inclusive em Vitória, nos dias 27, 28 e 29 de outubro. [1]

As atrações principais nos outros estados incluêm Antony and the Jonhsons, Arctic Monkeys, Björk, Cat Power, Feist, Hot Chip, Juliette and the Licks e The Killers.

Em Vitória, no dia 28, irão se apresentar a cantora canadense Feist que faz um indie pop cremosinho e a banda sueca cirKus, que faz um trip-hop que pra falar a verdade eu nunca ouvi nem falar, além de outras undergroundices jazzisticas nos outros dois dias do festival.

Feist
Feist, que também já participou do Broken Social Scene, é quem encabeça o show aqui no ES. Eu particularmente gosto muito mais do super grupo canadense e preferiria que eles tivessem vindo no lugar dela.

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista das 5 bandas que eu gostaria de ver no Brasil, no TIM Festival, seja no eixo Rio-SP ou aqui em Vitória.

Broken Social Scene
#1: Broken Social Scene no lugar de Feist.
Os motivos? Apesar de gostar da Feist como artista solo, conheço o BSS há bem mais tempo e só pelas músicas 7/4 (Shoreline) e Fire Eye’d Boy valeriam o show inteiro. A grupo que na verdade são integrantes de várias bandas fodassas de lá da canadalândia como Do Make Say Thing, Stars, Metric, Valley of the Giants, entre outros, conseguiu fazer do álbum deles de 2005 um disco recheado de texturas e climas singelos que vão se alternando entre músicas mais animadas como 7/4 (Shoreline) com os vocais da Feist e que segue uma métrica de 7/4. Enfim, banda mais “alterna” impossível.

Sigur Rós
#2: Sigur Rós no lugar de Björk.
Até agora estou seguindo bandas parecidas, né? Sigur Rós e Björk têm algumas coisas em comum: ambos são da Islândia, ambos fazem suas doideras musicais, mas eu prefiro os malucos da foto. Eles possuem uma magia que Björk nenhuma tem, isso é fato. Vocais em falsetto e letras em Hopelandic (lingua inventada por eles mesmos) seriam algo sobrenatural de se presenciar ao vivo. As quatro primeiras faixas do último álbum então, Takk…, Hoppípolla, Glósóli e Með Blóðnasir, além de outras ótimas do Ágætis Byrjun.

Bright Eyes
#3 Bright Eyes no lugar de Antony and the Johnsons.
Antes de mais nada, esse lugar estaria reservado para o grande Elliott Smith se ele não estivesse morto. Mas então… aqui eu fico em dúvida entre o folk orquestrado do Sufjan Stevens e o introspectivo Conor Oberst do Bright Eyes. Ambos de muito peso, Sufjan com seus multi-instrumentos e Conor com suas lágrimas. Mas Bright Eyes não é piegas e o Sufjan Stevens as vezes acaba me tirando a paciência com seus títulos de música quilométricos do excelente álbum Illinois.

E aqui eu me deparo com uma situação que eu não havia previsto antes: por que não Death Cab for Cutie? Por que não Explosions in the Sky? Hmmm, não sei. Eu até gosto mais deles, hehe, mas se for continuar pensando assim essa lista não fica pronta, então vamos adiante.

Stars
#4 Stars no lugar de Arctic Monkeys.
Te falar, nunca vi banda tão hypada como essas caras aí e eu me pergunto o que eles tem de mais, porque é o tipo de banda que fica famosa por causa de uma música que toca nas pistas. Mais uma vez minha preferência pelo Canadá. Stars e cremoso e crocante como deve ser, ao vivo então…

Head Automatica
#5 Head Automatica no lugar de Hot Chip.
Acho Hot Chip bem chatinho e repetitivo, já o HA faz um som que eu curto mais, um rock bem dançante, cheio da malemolência e dos gemidinhos ofegantes do Daryl Palumbo, também vocalista do Glassjaw.

- – - – - – - – -

E é isso aí, espero que vocês façam as suas listas também. Podem colocar o estilo que quiserem aí, incluir mais bandas que quiserem, o show é de vocês! E quem iria nesse meu show? ;)

Hey hey

Para deixar esse blog mais cremoso e crocante com cobertura de baunilha e granulado colorido, venho com novíssimo clipe da nossa querida e agora, mais do que nunca, Brasil, maravilhosa Avril Lavigne.

Superprodução, hã? Diz aí. Não é todo dia que vemos a Avrilzinha totalmente edificante e ainda em três sabores diferentes, para agradar a todos os gostos: morango, chocolate e creme.

Além disso, meu amiguxo-virtual-gléin-belo-horizontino, key, me mandou um link do orkut com versões da musiqueta em várias linguas. Coisa lindideus. Escolha aí a que mais lhe apatece e clique no link respectivo para começar a descarregar e enxer seu computador de energia!

Inglês:
http://www.sendspace.com/file/t0m1j2

Português:
http://www.sendspace.com/file/6jda4z

Espanhol:
http://www.sendspace.com/file/chw49t

Alemão:
http://www.sendspace.com/file/68yvol

Mandarim:
http://www.sendspace.com/file/ghp28a

Francês:
http://www.sendspace.com/file/e33z5l

Italiano:
http://www.sendspace.com/file/lk45ws

Japonês:
http://www.sendspace.com/file/vh048b

Vocês podem me xingar aí nos comentários, dizendo que a Avril se vendeu e coisa e tal, mas eu discordo totalmente, isso aí é evolução músical e influências. Nunca ouviram falar disso, seus cornos?

Adendo: E viva o marketing.

Chega de Saudade

Hoje, a gringa que eu conheci durante as últimas semanas foi embora. Quando eu me dei conta, já não dava para se despedir mais. Junto com ela foi o CD de música brasileira para gringos, como lembrança daqui. Fiz o projeto gráfico do álbum e queimei o disco. Infelizmente, a impressão deixou muito à desejar, mas, felizmente, o sorriso no rosto dela recompensou o trabalho.

Então, fica o aviso: fique longe da gráfica Multimeios!

Clique para ampliar
Gringa altamente cachaceira

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Crocância em 14 faixas

A seleção das músicas não é nada de revolucionário, nem tive essa pretensão. Apenas selecionei algumas músicas que fizeram parte desses 20 dias em que a gringa esteve por aqui, entre outras que eu considero boas o suficiente para a compilação.

Acho que foi uma forma de agradecer às coisas que aprendi durante esses dias, as coisas que fizemos, os churrascos, as festas e os passeios. Tenho que agradecer muito também à Carol, grande amiga, porque se não fosse por ela, nada disso teria acontecido e eu não teria conhecido a Emma.

Enfim, chega de diarinho no blog. O propósito real desse post é mostrar que não estou totalmente ocioso durante as férias, pelo menos no que se diz quanto à produções gráficas. ;D

Hyvää yötä.

Viagem de trem

É, eu sei que estou precisando atualizar isso aqui. Na verdade, eu já tenho alguns posts prontos para postar, mas alguma força misteriosamente sinistra me impediu de fazer isso nos últimos dias.

Dia 25 eu viajei de trem para Ipatinga, MG com meus tios, prima e avó, para o aniversário de alguém lá, acho que foi da tia-avó, não sei. Não entendo bem essas coisas de família. Fui na parte do minériozão, sem ar-condicionado e tal, onde fica a galera do Bolsa Família. Fui lá, o porquê eu não sei, talvez motivos filosóficos, porque nem pelas passagens eu paguei.

Então, aproveitando que eu estava lá de bobeira, porque não há muita coisa realmente interessante para se fazer num trem, durante oito horas de viagem, peguei a câmera digital da minha irmã e comecei a gravar qualquer coisa que aparecesse pela janela. Aqui no computador, coloquei uma trilha-sonora qualquer, só para dizer que o video é um pouco mais interessante, sentimental e estou postando exclusivamente para você que por acaso chegou sem querer aqui no blog, pois estava procurando dietas para quem tem hemorróidas no Google.

Se o seu navegador não abriu o video, faça o favor de clicar aqui.

Musical

Hoje é o dia em que eu vou colocar aqui no blog, uma mp3 minha tocando um dedilhado de música clássica, bem bonitinho, cujo eu aprendi nas aulas de violão, no ano passado. Não vou botar porque ficou uma grande porcaria. Seria uma falta de consideração com vocês, meus queridos leitores, se eu postasse algo de tão terrível qualidade.

Ao final das quase 50 tentativas de gravar o dedilhado no Audition, consegui pelo menos uma que não se encaixasse na definição de medíocre e mal produzida.

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Dedilhado em escala de Sol maior à quinta aumentada.

Até a minha irmã menor, a Amanda, que ficou o fim-de-semana enchendo o meu saco e batendo nas cordas do violão ordinariamente, tocaria perfeitamente, logo de primeira.

Enfim, mesmo com toda a facilidade de ser tocada, comparável a uma música qualquer do Legião Urbana, este pequeno dedilhado possui uma beleza inigualável, com baixos que preenchem o som e com agudos que transmitem sentimentos muito agradáveis.

Escutem aí e comentem, seus inúteis.

audio Saulo – Dedilhado em escala de Sol maior à quinta aumentada