dias normais

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(o que estou ouvindo agora?)

Umnavio – Mais seis meses no mar

“Mais Seis Meses no Mar” é o nome do novo EP do quarteto mineiro Umnavio de Uberlândia/MG. Os caras fazem um som reminiscente de bandas como o Cap’n Jazz que, lá no começo dos anos 90, ajudaram a tornar o hardcore emo um gênero mais acessível às massas e influenciaram as próximas gerações do indie rock americano.

Destaques do álbum pr’as faixas Alaska/US e Descanso/SC.

Mais seis meses no mar, umnavio.

Tocando o Doodle do Google

Caso o vídeo não abra, vá lá.

fun4r

dias normais HD

É, amigos, pode demorar mas um dia as coisas começam a melhorar. A partir de hoje, uma pequena (mas grande) revolução: o dias normais está mais chic — e por quê não — mais sofisticado do que nunca. A partir de hoje esse blog faz parte da high society, da high fidelity e da high voltage bloguística da internet mundial capixaba.

O dias normais agora é High Definition.

Pois é.

Há algum tempo morando num dois-quartos apertadinho decidi que precisava arrumar mais espaço e simplificar várias coisas. Pronto. Algumas paredes quebradas e latas de tinta branca depois e temos um studio espaçoso e novinho em folha onde poderei ter mais espaço para vídeos, fotos e o que mais quiser.

O blog continua o mesmo. Os mesmos posts, o mesmo tema mas agora uma filosofia diferente… e para estrear a tela grande novíssima, um vídeo bacana. Apague a luz aí e aproveite.


white lies – bigger than us from EL NINO on Vimeo.

PS: infelizmente a grana para a reforma tava curta e não foi possível servir canapés nessa pequena inauguração.
PPS: sinta-se à vontade para deixar suas impressões nos comentários abaixo.

Ida Walked Away

Não preciso falar nada, assistam:


Ida Walked Away from takcom™ on Vimeo.

Ví no Designdiary.
Música do AU.

Musicalmente falando…

Nesses meses aqui no hemisfério norte, pude realizar o sonho de ir a alguns shows que eu nunca teria a oportunidade de ir no Brasil. Na real, não fui a nenhum showzão ultra mega foda que eu mataria pra ir mas, mesmo assim, devo dizer que só fui em show bacana e olha que tiveram bandas que eu nunca havia escutado antes.

Os vídeos abaixo foram gravados com a câmera do meu celular. Nenhum deles está com qualidade realmente boa, então que seja para vocês terem uma ideia de como foi.

Open Mic

Um dos primeiros lugares em que eu fui aqui foi num pub aqui em Drexel Hill mesmo chamado McGillicuddy’s. Lá, a terça-feira é dia de open mic, ou seja, qualquer um pode ir no palco e tocar. As bandas tocavam vários covers e a maioria delas mandava realmente bem.

Imagine ai minha felicidade: há poucos dias aqui e era a primeira vez que ia a um lugar em que tocavam coisas que eu realmente gosto, como Jimmy Eat World, Kings of Leon e outros tantas.

The Rural Alberta Advantage

Tinha acabado de ler o artigo da Pitchfrok falando sobre o álbum dos caras quando vi no last.fm que eles fariam um show por aqui. Foi a oportunidade que eu esperava pra ir num show de verdade por aqui.

We Were Promised Jetpacks

Depois de uma semana sem fazer nada por causa da neve, precisava sair de casa.

Vetiver

Já conhecia o Vetiver por nome mas realmente mal me lembrava da músicas dos caras. Eu imaginava que eles fossem bons, por isso fui ao show, mas a minha surpresa com a competência dos caras na mistura rock/folk/blues foi maior do que qualquer expectativa.

Sondre Lerche

Uma coisa que eu nunca iria imaginar e que só fui perceber no show foi público do cara — praticamente, 90% de garotas, haha. Anyway, o rapaz tem uma desenvoltura bacana no palco e consegue preencher sozinho os espaços da música, ora com o seu violão com alça de lantejoulas ou seja  descendo a mão na sua guitarra. Eu imaginei que uma banda completa fosse fazer falta mas acabou que foi completamente o oposto que aconteceu.

Bônus: Sondre Lerche tocando The Who

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Lots of different reasons

Why did you go?
Lots of different reasons,
So many, you can’t even count.

TIM Festival 2008

Falta menos de uma semana UM MÊS para o TIM Festival desse ano e devo dizer que não estou nem um pouco animado para o concerto, quanto mais para fazer o meu “famoso” lineup alternativo do TIM Festival.

As atrações realmente estão uma bosta, pra falar a veradade. A exceção, na minha opinião, é o nigga motherfucker Kanye West que ganhou meu respeito logo de cara na primeira vez que assisti ao clipe da música Flashing Lights. Ignorante demais, puxa vida.

Mas nem a pau que eu pagaria 250 conto. Tá certo, seria R$125 porque sou estudante, mas mesmo assim. A propósito, a melhor coisa do TIM Festival em Vitória é a vantagem de que aqui o precinho dos shows é beeem camarada: 60 pila cada noite, contra 150 da versão paulista.

Se eu pudesse, eu iria em todos os dias, só que ao contrário do ano passado que eu fui exclusivamente para o show da maravilhosíssima Cat Power, esse ano eu pretendo ir mais pela música em si do que qualquer outra coisa. Por isso, penso seriamente em comprar o ingresso para o segundo dia das apresentações que terá no palco Siba e Gogol Bordello.

O Gogol Bordello eu já conheço de outros carnavais, ou melhor, conheço do Coachella desse ano, um dos maiores festivais de música do planeta, no meio do deserto! Meu pai costuma contar as histórias dele sobre os festivais de música de Alegre que ele foi quando era jovem, os acampamentos e as loucuras Woodstock-style, salvaguardado as devidas proporções.

Mas eu, bem… eu passei o fim-de-semana inteiro assistindo à transmissão do festival pela internet, com MUITAS bandas fodas – o lineup do festival não mente – e o Gogol foi uma banda que eu ainda não conhecia e que foi uma das que me chamou mais a atenção, sobretudo pela originalidade e energia. Já o Siba é um cara desconhecido para mim, vindo lá do Recife, e pelo background que o cara tem, dá para esperar que o show seja no mínimo interessantíssimo.

As outras bandas não são ruins, mas sei lá, não me parecem tão interessantes e diversas – ou pelo menos são bandas menos incomuns.

O MGMT por exemplo, eu acho que poderia trocar por outro grupo do mesmo calibre – sem todo o hype chato em cima – como por exemplo o sensacional Beirut, que sim, tem estilo totalmente diferente, mas que é tão bom quanto aquele sanduíche cremoso do Habib’s.

Já o The National me pareceu um tanto quanto chatinho logo de começo, meio metido a darkside e tal, mas até que tem toda uma atmosfera bacana numa pegada indie post-punk à la Interpol.

Mas o que realmente não me agrada de jeito nenhum nesse festival é o tal do Klaxons e do The Gossip. Fala sério, mais puro hype non-sense chato. Trocaria ambas pelo dupla mega ofuscante Justice – que também se apresentará logo nesse fim-de-semana – e morreria feliz de tanto dançar.

O show começa sábado, dia 27, e termina segunda-feira, dia 29, e os ingressos já estão a venda no Teatro da Ufes por R$30 a meia para estudantes e R$60 a inteira. »

A maior coleção de discos do mundo

A minha biblioteca de música do iTunes possuí cerca de 6.360 mp3, ocupando pouco mais que 34GB do meu HD, o que dá, aproximadamente, 25.776 horas de música, que seria o equivalente a 38.664 644 (seiscentos e quarenta e quatro) discos de vinil girando à 33 1/3 RPM LPs e um EP.

Pois é, essa minha pequena coleção de músicas baixadas ao longo dos anos em programas como o Audiogalaxy, SoulSeek e rapidshares e torrents da vida é uma merreca – tanto em quantidade quanto em qualidade – perto da enorme coleção que Paul Mawhinney guarda em sua loja de discos. O cara é simplesmente dono de uma coleção de 3 MILHÕES DE DISCOS, mané. Isso é disco pra dar e vender. É tanta bolacha rara que grande parte do acervo do cara não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo.

O documentário The Archive mostra a paixão e a dedicação de Paul pela música durante toda sua vida, como ele fez para chegar a esse número obsceno de discos e o que pode acontecer com esse patrimônio da música. O documentário é inglês e sem legendas, mas dá para assistí-lo de boa mesmo se o único inglês que você conhece é o molho inglês.

. . .


The Archive from Sean Dunne on Vimeo.

Fazendo arte, videoarte

Olá meus queridos, desculpem a demora por atualizações, mas é que enquanto eu não estou aqui no blog escrevendo bobagens ou no Twitter falando do meu dia, eu faço outras coisas interessantes, ou não.

A última peripécia em que me envolvi foi o vídeo abaixo, trabalho da disciplina de Vídeo I da faculdade. Trabalhei com minha colega Amanda Nascimento, que deu as idéias para o roteiro e operou a câmera quando eu estava em cena, óbvio. A gravação aconteceu numa tarde e durou cerca de meia hora, já a edição foi feita em dois dias usando o Adobe Premiere Pro CS3, em mais ou menos 6 horas.

O vídeo fala mais ou menos sobre percepção. Que idéias estão surgindo na nossa cabeça agora?

Tentamos estimular a percepção do espectador a ter algum tipo de curiosidade sobre alguma coisa que não é vista e que na verdade não existe – e o comportamento ridículo durante o processo de criar isso.

The mosh never stops!

Para surpresa de muitos que como eu ficaram órfãos da cena hardcore do Espírito Santo, trago uma bela notícia:

Show do Rufio em Vitória - 12 de abril
É isso mesmo, pequeno gafanhoto! RUFIO!

Pra você que tá viajando aí e não sabe do que eu estou falando, Rufio é uma banda de punk rock da California e que desembarcará em terras capixabas neste sábado, dia 12 de abril.

Junto com o Rufio[bb], mais quatro bandas se apresentarão no Clube Libanês: Udora, de Belo Horizonte e as capixabas Supercombo, Clímax e Vitória Hard Rockers – vencedora do concurso Vitamina R!, também produzida pela Birne Records.

Bixo, se tu curtes um bom show de hardcore, então não podes perder essa parada. Eu mermo fiquei felicíssimo pela volta da Birne na produção dos shows de rock, mesmo com a escassez de lugares para shows e tudo mais que eu já havia falado antes. Ponto pra ela!

Então, não fica panguando ai não, Zé Mané: os ingressos estão a 20 reais – o que é uma pechincha se você curte um rock bem organizado, com bandas boas, som legal e uma galera bacana. Eles já podem ser comprados no Sebo República das Letras de Jardim da Penha e de Jardim Camburi.

Birn Rock Fest
Rufio (EUA), Udora (BH), Supercombo, Clímax e Vitória Hard Rockers.
Dia e hora: 12/04/2008 às 18h
Lugar: Clube Libanês – Final da Praia da Costa – Vila Velha/ES
Vendas: Sebo República das Letras em Jardim da Penha, Jardim Camburi e também na hora.
Grana: 20 mingau.
Site: www.birnerecords.com

Agora, se você tá achando que tá caro, meu brother, vá comprar uma lata de cola pra ficar doidão que tu ganhas mais. Mas não se esqueça de voltar aqui pra contar se a onda foi boa ou não, beleza?

Brincadeira de 1º de abril ainda reverbera falso novo disco do Death Cab for Cutie

Ontem o Ian do Enloucrescendo soltou no Twitter o link para o até então novo disco do Death Cab for Cutie, Narrow Stairs. Baixei-o aqui todo felizão e comecei a ouví-lo descontraidamente. Apesar das 11 faixas do disco, involuntariamente a que mais me chamou a atenção foi I Will Possess Your Heart, justamente o single do novo disco e pasmem – a única verdadeira do CD.

Na verdade o disco que vazou foi apenas uma brincadeira de 1º de abril que já foi desmascarada pela MTV[bb] gringa. A brincadeira foi feita por Jerome Holeyman que espalhou o disco com as músicas da banda alemã Velveteen como sendo do DCFC. A brincadeira, é claro, acabou rendendo uma certa divulgação da banda alemã.

Admito que quase fui pego nessa brincadeira, pois a voz do vocalista do Velveteen até lembra um pouco a de Ben Gibbard, que além do Death Cab, também canta no The Postal Service – projeto paralelo tão bom quanto.

Porém, a falta de notícias nos blogs de música e sobretudo por não ter o encontrado para download no what.cd nem no Waffles – dois dos maiores trackers privados de música – me deixaram desconfiado. Daí foi só uma rápida googleada para descobrir a verdade.

Agora, esse fato junto com um artigo publicado ontem no site da MTV só me deixaram ainda mais curioso sobre o resultado deste petardo gravado em três estúdios em takes em sua maioria ao vivo, quase 3 anos após o lançamento de Plans. Será mesmo um “tudo-ou-nada” ou “ame-ou-odeie” para os fãs?

Se quiser conhecer algumas das músicas do Velveteen que fazem parte do disco Home Waters, pode ouví-las no MySpace da banda. O single do Death Cab for Cutie também pode ser ouvido no MySpace deles.

Só pelo single dá para imaginar um disco totalmente diferente de tudo aquilo já feito por Gibbard e companhia. Resta agora esperar até o dia 13 de maio pra conferir o tão esperado Narrow Stairs[bb].