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Lots of different reasons

Why did you go?
Lots of different reasons,
So many, you can’t even count.

TIM Festival 2008

Falta menos de uma semana UM MÊS para o TIM Festival desse ano e devo dizer que não estou nem um pouco animado para o concerto, quanto mais para fazer o meu “famoso” lineup alternativo do TIM Festival.

As atrações realmente estão uma bosta, pra falar a veradade. A exceção, na minha opinião, é o nigga motherfucker Kanye West que ganhou meu respeito logo de cara na primeira vez que assisti ao clipe da música Flashing Lights. Ignorante demais, puxa vida.

Mas nem a pau que eu pagaria 250 conto. Tá certo, seria R$125 porque sou estudante, mas mesmo assim. A propósito, a melhor coisa do TIM Festival em Vitória é a vantagem de que aqui o precinho dos shows é beeem camarada: 60 pila cada noite, contra 150 da versão paulista.

Se eu pudesse, eu iria em todos os dias, só que ao contrário do ano passado que eu fui exclusivamente para o show da maravilhosíssima Cat Power, esse ano eu pretendo ir mais pela música em si do que qualquer outra coisa. Por isso, penso seriamente em comprar o ingresso para o segundo dia das apresentações que terá no palco Siba e Gogol Bordello.

O Gogol Bordello eu já conheço de outros carnavais, ou melhor, conheço do Coachella desse ano, um dos maiores festivais de música do planeta, no meio do deserto! Meu pai costuma contar as histórias dele sobre os festivais de música de Alegre que ele foi quando era jovem, os acampamentos e as loucuras Woodstock-style, salvaguardado as devidas proporções.

Mas eu, bem… eu passei o fim-de-semana inteiro assistindo à transmissão do festival pela internet, com MUITAS bandas fodas – o lineup do festival não mente – e o Gogol foi uma banda que eu ainda não conhecia e que foi uma das que me chamou mais a atenção, sobretudo pela originalidade e energia. Já o Siba é um cara desconhecido para mim, vindo lá do Recife, e pelo background que o cara tem, dá para esperar que o show seja no mínimo interessantíssimo.

As outras bandas não são ruins, mas sei lá, não me parecem tão interessantes e diversas – ou pelo menos são bandas menos incomuns.

O MGMT por exemplo, eu acho que poderia trocar por outro grupo do mesmo calibre – sem todo o hype chato em cima – como por exemplo o sensacional Beirut, que sim, tem estilo totalmente diferente, mas que é tão bom quanto aquele sanduíche cremoso do Habib’s.

Já o The National me pareceu um tanto quanto chatinho logo de começo, meio metido a darkside e tal, mas até que tem toda uma atmosfera bacana numa pegada indie post-punk à la Interpol.

Mas o que realmente não me agrada de jeito nenhum nesse festival é o tal do Klaxons e do The Gossip. Fala sério, mais puro hype non-sense chato. Trocaria ambas pelo dupla mega ofuscante Justice – que também se apresentará logo nesse fim-de-semana – e morreria feliz de tanto dançar.

O show começa sábado, dia 27, e termina segunda-feira, dia 29, e os ingressos já estão a venda no Teatro da Ufes por R$30 a meia para estudantes e R$60 a inteira. »

A maior coleção de discos do mundo

A minha biblioteca de música do iTunes possuí cerca de 6.360 mp3, ocupando pouco mais que 34GB do meu HD, o que dá, aproximadamente, 25.776 horas de música, que seria o equivalente a 38.664 644 (seiscentos e quarenta e quatro) discos de vinil girando à 33 1/3 RPM LPs e um EP.

Pois é, essa minha pequena coleção de músicas baixadas ao longo dos anos em programas como o Audiogalaxy, SoulSeek e rapidshares e torrents da vida é uma merreca – tanto em quantidade quanto em qualidade – perto da enorme coleção que Paul Mawhinney guarda em sua loja de discos. O cara é simplesmente dono de uma coleção de 3 MILHÕES DE DISCOS, mané. Isso é disco pra dar e vender. É tanta bolacha rara que grande parte do acervo do cara não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo.

O documentário The Archive mostra a paixão e a dedicação de Paul pela música durante toda sua vida, como ele fez para chegar a esse número obsceno de discos e o que pode acontecer com esse patrimônio da música. O documentário é inglês e sem legendas, mas dá para assistí-lo de boa mesmo se o único inglês que você conhece é o molho inglês.

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The Archive from Sean Dunne on Vimeo.

Fazendo arte, videoarte

Olá meus queridos, desculpem a demora por atualizações, mas é que enquanto eu não estou aqui no blog escrevendo bobagens ou no Twitter falando do meu dia, eu faço outras coisas interessantes, ou não.

A última peripécia em que me envolvi foi o vídeo abaixo, trabalho da disciplina de Vídeo I da faculdade. Trabalhei com minha colega Amanda Nascimento, que deu as idéias para o roteiro e operou a câmera quando eu estava em cena, óbvio. A gravação aconteceu numa tarde e durou cerca de meia hora, já a edição foi feita em dois dias usando o Adobe Premiere Pro CS3, em mais ou menos 6 horas.

O vídeo fala mais ou menos sobre percepção. Que idéias estão surgindo na nossa cabeça agora?

Tentamos estimular a percepção do espectador a ter algum tipo de curiosidade sobre alguma coisa que não é vista e que na verdade não existe – e o comportamento ridículo durante o processo de criar isso.

The mosh never stops!

Para surpresa de muitos que como eu ficaram órfãos da cena hardcore do Espírito Santo, trago uma bela notícia:

Show do Rufio em Vitória - 12 de abril
É isso mesmo, pequeno gafanhoto! RUFIO!

Pra você que tá viajando aí e não sabe do que eu estou falando, Rufio é uma banda de punk rock da California e que desembarcará em terras capixabas neste sábado, dia 12 de abril.

Junto com o Rufio[bb], mais quatro bandas se apresentarão no Clube Libanês: Udora, de Belo Horizonte e as capixabas Supercombo, Clímax e Vitória Hard Rockers – vencedora do concurso Vitamina R!, também produzida pela Birne Records.

Bixo, se tu curtes um bom show de hardcore, então não podes perder essa parada. Eu mermo fiquei felicíssimo pela volta da Birne na produção dos shows de rock, mesmo com a escassez de lugares para shows e tudo mais que eu já havia falado antes. Ponto pra ela!

Então, não fica panguando ai não, Zé Mané: os ingressos estão a 20 reais – o que é uma pechincha se você curte um rock bem organizado, com bandas boas, som legal e uma galera bacana. Eles já podem ser comprados no Sebo República das Letras de Jardim da Penha e de Jardim Camburi.

Birn Rock Fest
Rufio (EUA), Udora (BH), Supercombo, Clímax e Vitória Hard Rockers.
Dia e hora: 12/04/2008 às 18h
Lugar: Clube Libanês – Final da Praia da Costa – Vila Velha/ES
Vendas: Sebo República das Letras em Jardim da Penha, Jardim Camburi e também na hora.
Grana: 20 mingau.
Site: www.birnerecords.com

Agora, se você tá achando que tá caro, meu brother, vá comprar uma lata de cola pra ficar doidão que tu ganhas mais. Mas não se esqueça de voltar aqui pra contar se a onda foi boa ou não, beleza?

Brincadeira de 1º de abril ainda reverbera falso novo disco do Death Cab for Cutie

Ontem o Ian do Enloucrescendo soltou no Twitter o link para o até então novo disco do Death Cab for Cutie, Narrow Stairs. Baixei-o aqui todo felizão e comecei a ouví-lo descontraidamente. Apesar das 11 faixas do disco, involuntariamente a que mais me chamou a atenção foi I Will Possess Your Heart, justamente o single do novo disco e pasmem – a única verdadeira do CD.

Na verdade o disco que vazou foi apenas uma brincadeira de 1º de abril que já foi desmascarada pela MTV[bb] gringa. A brincadeira foi feita por Jerome Holeyman que espalhou o disco com as músicas da banda alemã Velveteen como sendo do DCFC. A brincadeira, é claro, acabou rendendo uma certa divulgação da banda alemã.

Admito que quase fui pego nessa brincadeira, pois a voz do vocalista do Velveteen até lembra um pouco a de Ben Gibbard, que além do Death Cab, também canta no The Postal Service – projeto paralelo tão bom quanto.

Porém, a falta de notícias nos blogs de música e sobretudo por não ter o encontrado para download no what.cd nem no Waffles – dois dos maiores trackers privados de música – me deixaram desconfiado. Daí foi só uma rápida googleada para descobrir a verdade.

Agora, esse fato junto com um artigo publicado ontem no site da MTV só me deixaram ainda mais curioso sobre o resultado deste petardo gravado em três estúdios em takes em sua maioria ao vivo, quase 3 anos após o lançamento de Plans. Será mesmo um “tudo-ou-nada” ou “ame-ou-odeie” para os fãs?

Se quiser conhecer algumas das músicas do Velveteen que fazem parte do disco Home Waters, pode ouví-las no MySpace da banda. O single do Death Cab for Cutie também pode ser ouvido no MySpace deles.

Só pelo single dá para imaginar um disco totalmente diferente de tudo aquilo já feito por Gibbard e companhia. Resta agora esperar até o dia 13 de maio pra conferir o tão esperado Narrow Stairs[bb].

Os novos Coolnex Cards da blogsfera

O Nick Ellis do Digital Drops mandou benzasso novamente na confecção dos novos Coolnex Cards da blogsfera, olha só:

Coolnex Cards da Blogsfera

Pra quem ainda não sabe, os Coolnex Cards são cards promocionais que oferecem um código com o qual é possível baixar uma música TOTALMENTE de graça e legal, no sentido de “sem pirataria”.

Além disso, é ótimo pra fazer uma coleçãozinha bacanosa de cards. Eu estarei distribuindo uma parte dos cards do blog durante o Blogcamp ES e os outros serão sorteados aqui ou dados para amigos já que eu acredito que o blog não tenha visitantes suficientes para poder haver sorteio, hehe. Se você estiver afim, dê um grito no box de comentários! Precisarei do apoio de vocês visitantes para que as coisas dêem certo. Certo?

Os Coolnex Cards são fruto da parceria entre Ideiasnet, iMusica e Coolnex e você pode ver todos os outros – são 10! – clicando aqui.

Estação Porto de volta!

Boa notícia para os amantes de boa música de Vitória: a Estação Porto está de volta em 2008, depois de um longo periodo em recesso.

Armazém 5 - Estação Porto

Os capixabas já estavam órfãos há algum tempo devido à falta de um espaço democrático destinado a atrações de pequeno a médio porte, que viabilizassem a vinda de atrações nacionais de fora do circuito das grandes apresentações.

Paulatinamente as casas de shows da cidade – se é que se pode dizer assim – foram sendo fechadas e outras não realizando mais eventos desse tipo. Não é de hoje que o cenário alternativo capixaba vem sofrendo essas baixas, desde épocas mais remotas dos shows de hardcore no Estúdio Salla 11, Camburi Club, Praia Tenis Club, Entre Amigos II e Planeta Ibiza, só pra citar os mais importantes.

A Estação Porto é um projeto realizado pela prefeitura de Vitória que trás sempre ótimos shows e apresentações culturais para a cidade. Após um periodo de impasse com a diretoria da empresa, finalmente a prefeitura acerta os últimos detalhes dos contratos e começa a fazer as licitações para iluminação, sonorização, climatização, etc. A previsão para o início das atividade é a segunda quinzena de março ou início de abril.

O ano de 2007 foi um ano excepcional, com apresentação de grandes artistas, como: Zeca Baleiro, Tom Zé, Luiz Melodia, João Bosco, Arnaldo Antunes, entre outros. Destaque para os dois shows que eu tive a oportunidade de ir. O Tom Zé começou tarde e eu não puder ficar até o final.

Já a programação completa desse ano deve sair até o fim do mês, mas já foi adiantado algumas atrações: festival de Bossa Nova em maio e festival de jazz em junho. Deve vir coisa boa daí. =D

Espero que dê tudo certo e que a Estação volte trazendo boas atrações como sempre. Meus parabéns para a Prefeitura de Vitória e para a Codesa – ainda mais por que é tudo lá no porto e eu tenho paixão por aquele lugar.

A Estação Porto fica no Armazém 5 do Porto da Codesa.
Av. Getúlio Vargas, s/n – Centro
CEP: 29010-040
Vitória/ES
* Veja no Google Maps.

Vi no Gazeta Online.

Estúdio Coca-Cola Zero Guarapari de Verão

Há algumas semanas recebi um e-mail que me deixou um tanto quanto animado. Tratava-se de um convite para o Estúdio Coca-Cola Zero. Sim, isso mesmo, eu também pensei “puts, era só essa que faltava, esses publicitários não inovam mesmo”, mas continuei a ler o e-mail afinal, não é todo dia que te convidam pela segunda vez para um evento desse naipe.

Estúdio Coca-Cola Zero

Nos mesmos moldes do original Estúdio Coca-Cola, este trás alguns artistas consagrados nacionalmente tocando junto e fazendo uma mistura com suas músicas, criando algo novo e interessante pra galera. Mas há uma pequena diferença nesse estúdio: não haverá o esqueminha de distribuição de pulseiras, como houve no primeiro estúdio. Dessa vez, para ir ao show é necessário comprar um dos ingressos que estarão há venda em vários pontos da cidade.

A verdade é que estou escrevendo este post um pouco atrasado, já que no último sábado, dia 5, rolou o primeiro estúdio com Charlie Brown Jr e Tribo de Jah. O próximo será neste sábado, dia 12, com Forfun, Mc Marcinho e Cheiro de Amor e devo lhes dizer, caros amiguinhos, que neste eu vou e que, inclusive, farei a descobertura exclusiva deste incrível evento para toda a blogsfera brasileira.

Se fosse só pela música, vou falar a verdade, eu não iria não, mas é pelo seguinte que me deslocarei até a capital oficial de veraneio dos mineiros: a parada simplesmente acontece na cidade mais bombante do verão do Espírito Santo: Guarapari, mais exatamente no Siribeira Clube, no centro da cidade. Local o qual eu fui uma vez, num show memorável da Pitty e do Sugar Kane, há uns 3 anos.

Se você não pescou qual é da parada, então se ligue: verão + praia + gente bonita + muita loucura e putaria regada a cerveja e Coca-Cola Zero, é claro, que é o rock.

Se você está por estas bandas, aproveite para ir numa balada debowa 100% vibração positiva, se não, corra mongol que ainda dá tempo, os ingressos serão vendidos também na bilheteria do clube e você ainda descola de conhecer um lugar maneiro pra curtir nisso que você chama de férias.

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Ingressos:
Pista: R$25,00 meia-entrada antecipado
Camarote: R$70,00 com tudo liberado.

Pontos de venda:
Lojas Magia do Mar nos Shoppings Vitória e Praia da Costa e na Praia da Areia Preta em Guarapari. Nos dias 11 e 12/01 haverá venda de ingressos na bilheteria do Siribeira Clube.

+ info:
Site: www.estudiococacolazero.com.br
Comunidade do orkut.

TIM Festival Vitória

Ótima noite com duas grandes apresentações no segundo dia do TIM Festival Vitória: Cat Power and Dirty Delta Blues e Cirkus com Neneh Cherry, difícil escrever sobre, até porque fui ao show sem conhecer muito bem o som das duas bandas, mas vamos lá.

Chan “Cat Power” Marshall foi a primeira a se apresentar, lá pelas 20h40. Já no começo, a “gata” mostrou sua animação dançando, pulando e gingando – será daí o nome Cat Power? – no palco, toda sapeca sob uma meia-luz tênue. Aliás, ela foi bem exigente e queria que estivesse tudo perfeito! Soltou até um “fuck” no meio de uma das músicas.

Cat Power
:wub:

O vozeirão deixava bem claro o poder que ela tinha, mesmo com toda sua “fofurice”, e pra balancear o samba, uma ótima banda mandando ver com tudo que tinha direito. O som variou bem entre o blues, o folk, o rock, o indie e o soul; músicas calminhas e outras mais animadas, pra balançar os pés – e com uma puta batera opressora na pegada, fazendo o corpo remexer até mesmo nas poltronas.

E para mim que estava um tanto tímido no primeiro show, não me contive e fui para a frente do palco para ver o cirKus com Neneh Cherry de pertinho. Não mais que uma palavra pra explicar o show: unble-fuckin-livable. Foi surpreendente, emplogante, dançante e todos os et cetera e tais, uma sinestesia de sons, rítmos, melodias e batidas. O vocalista no comando do MacBook Pro, tinha maior jeito de nerdão e a Neneh Cherry, pourra-louquisse total. Juntos, mandaram ver, conversaram com a galera com direito à menção de George Bush como asshole. Acho que quem mais curtiu o show, além do público, foram eles mesmo.

Neneh Cherry
Desce até o chão, ordinária!

Pra finalizar, fizeram um cover de Old Man do Neil Young. Coisa linda, sério.

Feist? Nem fez falta. E assistir ao show “sem companhia”? Bom, acho que a melhor companhia, quando não se tem ninguém, é você mesmo e nunca se está sozinho quando se tem tanta gente ao redor para conhecer e outras tantas no coração pra lembrar.

Mais Estúdio Coca-Cola

O aguardado show do Dead Fish e Marcelo D2 está chegando aí e a galera toda que correu atrás das blitz já está com o ingresso em mãos – ou pelo menos a maioria.

Quem ainda não conseguiu, se estapeia no orkut por um ingresso que a Ive está dando para quem for mais esperto e fizer a frase mais legal – o que é meio difícil para a turma semi-alfabetizada de lá, mas pelo menos dá para se divertir bastante com o que estão escrevendo. É tanta pérola que nem dá para escrever aqui, então dêem uma olhada neste tópico da comunidade do Estúdio ES.

Enquanto isso, outra galera vende os ingressos por até 40 ou sei lá quantos reais! Pô, rapaziada, vai rolar o Vans Zona Punk Tour no mesmo dia e com várias bandas foda: Boom Boom Kid (Argentina), Colligere, Mukeka di Rato, Carbona, Horace Pinker (EUA), Carnaval, The Bombers e Litígio!

Porra, tudo isso por apenas 20 pilas! Peguem esse dinheiro aí e comprem o ingresso desse show que vai valer muito mais à pena, na moral. Esses jovens criados a base de leite com pêra….

Sobre o show:
Diferentemente dos outros Estúdios, a apresentação deste domingo não será feita em estúdio. Cada banda tocará oito músicas de seu repertório em apresentações separadas e no final tocarão mais quatro músicas, juntado seus estilos e o público experimentando a mistura do rap com o hardcore.

Prefiro não pensar, mas a primeira coisa que me veio à cabeça ao digitar rap e hardcore foi Rage Against the Machine. Juro, foi instantâneo. Teoricamente seria plausível de acontecer – e uma baita de uma felicidade do caralho – afinal D2 e Rodrigo são bons apreciadores de uma boa pedreiragem.

A propósito, estava vendo TV hoje e assisti ao show do Skank + Nação Zumbi, coisa fina demais. Ficou muito bacana a mistura dos tambores com a melodia pop. O resultado, é claro, não é nada transgressor demais para a música pop, mas certamente adicionou elementos pouco convencionais para cada banda. Até eu que tenho mania de esperar muito desse tipo de apresentação, me surpreendi.


Maracatu Atômico neles, porra!

Então fica aqui a dica: clique aqui para ver o que rolou no último Estúdio Coca-Cola para já ir se aquecendo pro Dead Fish no dia 2 de setembro!

Lineup alternativo do TIM Festival

Recentemente foi confirmada a lista oficial das atrações para o TIM Festival que vai acontecer em várias capitais brasileiras, inclusive em Vitória, nos dias 27, 28 e 29 de outubro. [1]

As atrações principais nos outros estados incluêm Antony and the Jonhsons, Arctic Monkeys, Björk, Cat Power, Feist, Hot Chip, Juliette and the Licks e The Killers.

Em Vitória, no dia 28, irão se apresentar a cantora canadense Feist que faz um indie pop cremosinho e a banda sueca cirKus, que faz um trip-hop que pra falar a verdade eu nunca ouvi nem falar, além de outras undergroundices jazzisticas nos outros dois dias do festival.

Feist
Feist, que também já participou do Broken Social Scene, é quem encabeça o show aqui no ES. Eu particularmente gosto muito mais do super grupo canadense e preferiria que eles tivessem vindo no lugar dela.

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista das 5 bandas que eu gostaria de ver no Brasil, no TIM Festival, seja no eixo Rio-SP ou aqui em Vitória.

Broken Social Scene
#1: Broken Social Scene no lugar de Feist.
Os motivos? Apesar de gostar da Feist como artista solo, conheço o BSS há bem mais tempo e só pelas músicas 7/4 (Shoreline) e Fire Eye’d Boy valeriam o show inteiro. A grupo que na verdade são integrantes de várias bandas fodassas de lá da canadalândia como Do Make Say Thing, Stars, Metric, Valley of the Giants, entre outros, conseguiu fazer do álbum deles de 2005 um disco recheado de texturas e climas singelos que vão se alternando entre músicas mais animadas como 7/4 (Shoreline) com os vocais da Feist e que segue uma métrica de 7/4. Enfim, banda mais “alterna” impossível.

Sigur Rós
#2: Sigur Rós no lugar de Björk.
Até agora estou seguindo bandas parecidas, né? Sigur Rós e Björk têm algumas coisas em comum: ambos são da Islândia, ambos fazem suas doideras musicais, mas eu prefiro os malucos da foto. Eles possuem uma magia que Björk nenhuma tem, isso é fato. Vocais em falsetto e letras em Hopelandic (lingua inventada por eles mesmos) seriam algo sobrenatural de se presenciar ao vivo. As quatro primeiras faixas do último álbum então, Takk…, Hoppípolla, Glósóli e Með Blóðnasir, além de outras ótimas do Ágætis Byrjun.

Bright Eyes
#3 Bright Eyes no lugar de Antony and the Johnsons.
Antes de mais nada, esse lugar estaria reservado para o grande Elliott Smith se ele não estivesse morto. Mas então… aqui eu fico em dúvida entre o folk orquestrado do Sufjan Stevens e o introspectivo Conor Oberst do Bright Eyes. Ambos de muito peso, Sufjan com seus multi-instrumentos e Conor com suas lágrimas. Mas Bright Eyes não é piegas e o Sufjan Stevens as vezes acaba me tirando a paciência com seus títulos de música quilométricos do excelente álbum Illinois.

E aqui eu me deparo com uma situação que eu não havia previsto antes: por que não Death Cab for Cutie? Por que não Explosions in the Sky? Hmmm, não sei. Eu até gosto mais deles, hehe, mas se for continuar pensando assim essa lista não fica pronta, então vamos adiante.

Stars
#4 Stars no lugar de Arctic Monkeys.
Te falar, nunca vi banda tão hypada como essas caras aí e eu me pergunto o que eles tem de mais, porque é o tipo de banda que fica famosa por causa de uma música que toca nas pistas. Mais uma vez minha preferência pelo Canadá. Stars e cremoso e crocante como deve ser, ao vivo então…

Head Automatica
#5 Head Automatica no lugar de Hot Chip.
Acho Hot Chip bem chatinho e repetitivo, já o HA faz um som que eu curto mais, um rock bem dançante, cheio da malemolência e dos gemidinhos ofegantes do Daryl Palumbo, também vocalista do Glassjaw.

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E é isso aí, espero que vocês façam as suas listas também. Podem colocar o estilo que quiserem aí, incluir mais bandas que quiserem, o show é de vocês! E quem iria nesse meu show? ;)