Posts Tagged “meme”

A ociosidade sedentária anda em alta agora no começo do ano e com ela, a escasses de posts, eu admito! Mas calma que para tudo há um motivo e eu explico: não tem nadaver com a preguiça, é que agora que arrumei um estágio, comecei a descobrir as maravilhas de se ter uma vida social e já que eu tou solteirão, nada melhor que aproveitar, certo? Bobagem!

Por enquanto o estágio está tranquilo, mas quando ficar tensu já me imagino roendo as unhas com tanto trabalho pra fazer e ainda ter que postar no blog. Aí, fudeu! Adeus dias normais.

Já atendi o telefone, já fiquei sozinho no escritório e já até estreiei o sanitário com uma boa cagada matinal, mas o que eu geralmente faço mesmo, por enquanto, é ler meus feeds e ouvir meus sons da ilharga no last.fm.

Vão vendo, 2008 vai ser o ano da minha alforria! Não prometo posts diários, mas vou trabalhar essa minha mente insana para postar cada vez melhor, com futilidade pública, ou não, mas sem punhetação de publicar as mesmas notícias da web, porque esse não é o meu forte.

Já estou prevendo alguém arrumando treta comigo por causa desse post, mas o que eu posso fazer? Sem querer saiu!

Aguardem por que hoje ainda tem mais! Só 30 segundos e muitas novidades do avesso sobre esse verão que mal começou e já está querendo terminar. Dona Centopedia que me desculpe, mas o BIM vai faltar, digo, o binário.

Este post é uma homenagem ao Armando, ídolo-mor e headmaster do BlogCamp ES 2008, dia 22/03 em algum lugar da nossa querida ilha perdida.

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Por causa da mudança do último mês, ficou impossível para eu responder ao “meme do livro”. Isso porque eu ainda não tenho guarda-roupa e a maioria das minhas coisas ainda estão dentro das caixas.

Pois então, hoje eu fui num sebo atrás de um livro infanto-juvenil antigo que eu li quando estava lá pela 6ª série e era da turma do Lucas Lima em São Mateus - conto isso melhor no próximo meme, das 5 coisas da infância.

A tia Aninha, que dava aula português, sempre fazia uma coisa chamada “Ciclo de Leitura” no qual toda semana - ou mês? - cada aluno pegava um livro da biblioteca para ler e um dos que eu mais gostei mesmo foi A Serra dos Dois Meninos, o qual faz parte da coleção Vaga-lume, que também tem outros livros muito legais. Livro bem bacana que conta a história de dois meninos perdidos no meio da mata e coisa e tal.

Mais daí a gastar 5 reais só pela nostalgia de ler o livro novamente não me convenceu. Outro dia eu volto lá e leio escondido. Mas para não sair de mãos vazias, fui vasculhar nas outras prateleiras alguma coisa bacana, que pudesse matar minha sede literária, e foi lá nos livrinhos da L&PM Pocket que eu encontrei o livro que irei citar no próximo parágrafo.

- [...] Que diabo você tá dizendo aí, Cherry? [...]

Crônica de um amor louco. BUKOWSKI, Charles.O excerto acima foi retirado do livro Ereções, Ejaculações e Exibicionismos: Crônica de um Amor Louco, de Charles Bukowski, já citado várias vezes pelo pessoal lá do FHBD. Barbaridade, nem comecei a ler o livro ainda mas já posso sentir a crueza e visceralidade que exala das palavras de Bukowski. Tipo de texto que eu precisava beber direto na fontes há um bom tempo.

Agora é com vocês. Convido qualquer um que quiser participar, principalmente vocês, meninas - Paula, Joana -, que eu sei que lêem este humilde blog. Peguem o livro que estiver mais próximo de suas delicadas mãos, abram na página 161 e copiem a 5ª frase da página. Parnes, você também está mais do que convidado a participar da brincadeira.

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Recentemente foi confirmada a lista oficial das atrações para o TIM Festival que vai acontecer em várias capitais brasileiras, inclusive em Vitória, nos dias 27, 28 e 29 de outubro. [1]

As atrações principais nos outros estados incluêm Antony and the Jonhsons, Arctic Monkeys, Björk, Cat Power, Feist, Hot Chip, Juliette and the Licks e The Killers.

Em Vitória, no dia 28, irão se apresentar a cantora canadense Feist que faz um indie pop cremosinho e a banda sueca cirKus, que faz um trip-hop que pra falar a verdade eu nunca ouvi nem falar, além de outras undergroundices jazzisticas nos outros dois dias do festival.

Feist
Feist, que também já participou do Broken Social Scene, é quem encabeça o show aqui no ES. Eu particularmente gosto muito mais do super grupo canadense e preferiria que eles tivessem vindo no lugar dela.

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista das 5 bandas que eu gostaria de ver no Brasil, no TIM Festival, seja no eixo Rio-SP ou aqui em Vitória.

Broken Social Scene
#1: Broken Social Scene no lugar de Feist.
Os motivos? Apesar de gostar da Feist como artista solo, conheço o BSS há bem mais tempo e só pelas músicas 7/4 (Shoreline) e Fire Eye’d Boy valeriam o show inteiro. A grupo que na verdade são integrantes de várias bandas fodassas de lá da canadalândia como Do Make Say Thing, Stars, Metric, Valley of the Giants, entre outros, conseguiu fazer do álbum deles de 2005 um disco recheado de texturas e climas singelos que vão se alternando entre músicas mais animadas como 7/4 (Shoreline) com os vocais da Feist e que segue uma métrica de 7/4. Enfim, banda mais “alterna” impossível.

Sigur Rós
#2: Sigur Rós no lugar de Björk.
Até agora estou seguindo bandas parecidas, né? Sigur Rós e Björk têm algumas coisas em comum: ambos são da Islândia, ambos fazem suas doideras musicais, mas eu prefiro os malucos da foto. Eles possuem uma magia que Björk nenhuma tem, isso é fato. Vocais em falsetto e letras em Hopelandic (lingua inventada por eles mesmos) seriam algo sobrenatural de se presenciar ao vivo. As quatro primeiras faixas do último álbum então, Takk…, Hoppípolla, Glósóli e Með Blóðnasir, além de outras ótimas do Ágætis Byrjun.

Bright Eyes
#3 Bright Eyes no lugar de Antony and the Johnsons.
Antes de mais nada, esse lugar estaria reservado para o grande Elliott Smith se ele não estivesse morto. Mas então… aqui eu fico em dúvida entre o folk orquestrado do Sufjan Stevens e o introspectivo Conor Oberst do Bright Eyes. Ambos de muito peso, Sufjan com seus multi-instrumentos e Conor com suas lágrimas. Mas Bright Eyes não é piegas e o Sufjan Stevens as vezes acaba me tirando a paciência com seus títulos de música quilométricos do excelente álbum Illinois.

E aqui eu me deparo com uma situação que eu não havia previsto antes: por que não Death Cab for Cutie? Por que não Explosions in the Sky? Hmmm, não sei. Eu até gosto mais deles, hehe, mas se for continuar pensando assim essa lista não fica pronta, então vamos adiante.

Stars
#4 Stars no lugar de Arctic Monkeys.
Te falar, nunca vi banda tão hypada como essas caras aí e eu me pergunto o que eles tem de mais, porque é o tipo de banda que fica famosa por causa de uma música que toca nas pistas. Mais uma vez minha preferência pelo Canadá. Stars e cremoso e crocante como deve ser, ao vivo então…

Head Automatica
#5 Head Automatica no lugar de Hot Chip.
Acho Hot Chip bem chatinho e repetitivo, já o HA faz um som que eu curto mais, um rock bem dançante, cheio da malemolência e dos gemidinhos ofegantes do Daryl Palumbo, também vocalista do Glassjaw.

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E é isso aí, espero que vocês façam as suas listas também. Podem colocar o estilo que quiserem aí, incluir mais bandas que quiserem, o show é de vocês! E quem iria nesse meu show? ;)

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