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Review Sony Ericsson W200 Vivo

Há muito tempo que eu venho querendo comprar um celular decente. Há mais ou menos 2 anos, quando eu ainda tinha meu Motorola T190 – o popular Oi MTV – eu sonhava com o Motorola E398. Na época, a minha noção de tecnologia parecia ser um tanto quanto antiquada ou vai ver as coisas não eram tão modernas assim quanto pareciam.

O certo é que o tempo passou e tudo que eu consegui foi um tosquíssimo Siemens AL21. Bonitinho até, mas seco, enxuto, sem função extra alguma, além daquelas básicas usadas para telefonar. Por azar – ou sorte – o aparelho veio com vários problemas de fábrica no LCD e outras coisas que o faziam ser pior do que parecia ser, como péssima duração de bateria, além do atendimento da Claro que demorou meses até resolver a situação – mas que pelo menos foi resolvida. Fato engraçado é que um dos motivos que me fizeram ir para a Claro foi uma campanha publicitária veiculada no verão de 2005 com um jingle que me sensibilizou:

Claro que você tem mais, com a Claro, cobertura GSM…

Mas enfim, desta vez planejei melhor, pesquisei mais e pedi opiniões de amigos. Primeiro defini o modelo que gostaria de comprar: o Sony Ericsson W200 – apesar das várias críticas que encontrei em algumas reviews – que levam em conta a visão de usuários avançados -, acabei decidindo por ele mesmo devido a um importante fator: custo x benefício. Pesquisei em vários sites da internet mas o lugar que eu encontrei pelo menor preço e com as melhores vantagens foi surpreendentemente – para mim – na loja da Vivo. Na ocasião, chegou a ser ofertado um Motorola W510 com câmera de 1.3mp e 256mb de memória, mas sorte a minha que não havia em estoque, porque os aparelhos da Motorola são um lixo na questão da interface, personalização, recursos e tudo mais!
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E foi Floripa…

….e eu cheguei de viagem no último domingo à noite. Fiquei até agora pensando sobre o que falar sobre essa viagem, planejando o que escrever, mas como já havia descoberto há algum tempo, meus textos simplesmente não brotam quando quero escrever especificamente pro blog, então achei melhor juntar algumas coisas que escrevi por aí nessa semana.

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Então, semana passada foi a semana do 17º NDesign em Florianópolis. Floripa é linda, a universidade é foda e a estrutura dela é impecável: as salas, os auditórios, as cantinas, os jardins, o RU, os Ufscães, etc. Sem falar nas belezas da cidade que não tive a oportunidade de conhecer muito bem.

Foi meu primeiro N e foi uma experiência muito foda pra mim. No começo fiquei meio desorientado com aquilo tudo, tentando absorver algo que pudesse ser útil, tátil, sólido e minimamente coeso.

Foi uma loucura mesmo, conheci vários amigos de internet e muita gente nova, e naquele turbilhão de acontecimentos me deixando sobrecarregado havia muita reclamação por causa da organização do evento e muita coisa que não pude aproveitar. Tipo de coisa que acontece, fato.

A galeire, os dogs, os all star sujos e a cerveja de dezáiner:




A plaquinha.

Galeire sagaz ai que fiquei muito feliz de ter conhecido pessoalmente. Na foto da plaquinha: eu, olde, lissa, e borges. Mas tem muito mais gente que conheci e com quem aprendi muita coisa durante esses dias: a Rachel e o Lucas da UEMG, que deram a oficina de MeTOYmorfose – e que foi fodassa! -, o pessoal da Ufes da delegação, os colegas que passaram a ser mais amigos, além de todos aqueles que eu conheci lá e que não lembro o nome mas que foram muito legais, até a galera que jogou Mafioso e que acreditou que eu não era o assassino, hehehe.

Mas o mais interessante estava reservado para o final. Toda essa tensão de vários dias tomou conta de mim no último dia. A energia finalmente encontrou um local de escape. Uma pena ter demorado tanto tempo, talvez eu poderia ter discutido mais e participado mais. O importante é que agora corre na veia um sentimento e uma energia foda de empolgação em busca de algo que eu possa colocar as mãos.

E uma das coisas que estão me deixando bolado agora é a tal da ilustração. Ilustração, design experimental, colagem, música, pintura, photoshop, fotografia, vetor sujo, tipografia, nakin, floripa, canetinha, vernacular, poesia, grafite, toys e etc. Coisas que vi e fiz lá. Coisas que já fiz aqui. David Carson, Eduardo Recife, revista Zupi, William Morris, Dan Flavin, Andy Warhol, Pollock e etc.

Enquanto agonizo no meio de tanta referência e idéias, começo a dar os novos primeiros (?) passos ilustrando fotografias minhas e de amigos, usando photoshop, hidrocor, nankin, colagem, fotografia e outras técnicas. Estou basicamente reproduzindo e ampliando processos que já fiz em algumas disciplinas na Ufes. Mas eu quero mais, quero expandir mais esses limites, realmente encontrar meu sol e sair do que eu acho que seja o design acadêmico que me aprisiona tanto. Claro que vou ter que trabalhar muito ainda, aprimorar técnica e percepção, por isso começo desde já para quem sabe daqui a algum tempo ter os primeiros resultados positivos.

Acho que é isso, o momento agora é colher os frutos de toda essa experiência inesquecível e colocá-la em prática porque a empolgação tá correndo aqui nas veias de um mero estudante de design no meio de uma convulsão de idéias.

PS: Agradecimento ao Borges pelas fotos que foram tiradas no domingo. Como nada é apenas mil maravilhas e sempre tem que acontecer alguma coisa comigo, eu perdi a câmera da minha irmã e um saco com a capa da minha barraca no ônibus na viagem de volta. Baita burrice – e prejuízo -, pois é. Ser mais responsável agora. – Será?