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Tag Archive for 'Design'

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Se o Capitão Nascimento fosse designer?

Designer também tem que matar um leão por dia para sobreviver, assim como o capitão. O que ninguém sabe é que, na verdade, o capitão já foi diretor de arte numa agência de design do Rio de Janeiro.

Enfrentando vários micreiros, gráficos e sobrinhos, na luta contra a violência contra as marcas e logotipos Photoshopados e cheios de degradês. Seu batalhão era conhecido como o C.R.O.P. – Comando de Rafes Orientado a Projeto – e o lema da sua equipe era: Lápis no papel e nada no Corel.

Nos treinamentos, o Capitão Nascimento precisava encontrar um substituto para o comando. Foi ai que ele conheceu a Aspira Sandra Medeiros, a qual tinha um amplo conhecimento de tipografia e produção gráfica, além do pulso firme e caráter incorruptível.

Assim, depois de um longo treinamento na ESDI, a franzina senhora se tornaria a Capitã Medeiros: temida por uns, odiada por outros e adorada sabe-se lá por quem.

Hoje, Sandra é professora na Ufes e pode ser encontrada no Cemuni IV lecionando gráfica e tipografia, sendo este que vos escreve, grande fã de seu trabalho.

Uma semana, design para a vida toda

Essa semana foi complicada pra atualizar o blog. Durante os últimos dias rolou a 4ª Semana de Design na Ufes. Várias palestras com gente de responsa como Gilberto Strunck, César Coelho, Amaury Fernandes, Fábio Lopes, entre outros, oficinas e mostra de vídeos da rapaziada do Anim!Arte.

Um dos temas mais discutidos foi: Como ganhar dinheiro com design? A eterna reclamação de que o mercado de design no Espírito Santo não existe – mas existe sim! -, entre outras questões.

O resultado que tiro disso tudo foi um grande amadurecimento pessoal, consolidação de vários objetivos e uma boa troca de contatos e informações com a galera lá de fora.

E vem post novo em breve, porra! Aguentem aí que faltam algumas coisas para terminar os posts e sem câmera fica difícil. Peço gentilmente para quem puder me ajudar, dê uma clicadinha – mas só uma por dia! – ai no banners pro blude aqui poder comprar uma câmera pra ele, hehe.

Design de trote

Quem diria, post cheinho de fotinhas e até de videos, para o deleite de jovens, loucos por videos engraçados, que por acaso estejam navegando neste blog.

Para quem não sabe o que é trote, vai aí um excerto do meu dicionário da oitava série:

TROTE, s.m. vaia; brincadeira dos veteranos das escolas para com os calouros; zombaria; atividade que visa divertir os veteranos e faz com que calouros passem horas no sol, pedindo dinheiro no sinal, para a realização de festas particulares regadas a muita cerveja, caninha 51® e mulheres desfilando de biquíni.

Há algumas semanas atrás, foi a vez da turma do segundo periodo – da qual faço parte – dar o trote nos calouros. Acontece que, devido a minha extrema preguiça, não participei efetivamente da recepção dos calouros, que além do trote, ainda tiveram a oportunidade de jogar Xadrez em tamanho real, em frente ao Restaurante Universitário (RU).

Há alguma lei no universo que diz que todo calouro é cagão e que sendo assim, não importa o que você peça, mesmo que seja para eles adotarem um dos gambás existentes no campus, eles sempre irão te atender. Resultado disso são as brincadeiras realizadas no trote, que na verdade são atividades totalmente saudáveis e sem nenhum dano à saúde mental dos cidadãos.

(Espere carregar. Demora um pouquinho, se você tiver uma conexão ruim)

Se o video não abrir, clique aqui.
Bem ao estilo dos tempos áureos do Faustão, quando ainda passava a ponte do rio que cái e outras presepadas, nas tardes de domingo.

Depois de girar no bastão de baseball, de sujá-los com lama do mangue, água de peixe, água de tomate podre, óleo, tinta e demais porcarias, de enfiar a boca no pepinão e de passar o Batom® de boca em boca, ainda faltava cair de boca na melância.

Se o video não abrir, clique aqui.

Vale um adendo aqui, pois, mesmo nós que sofremos as mesmas injúrias, percebemos que a água da melância estava suja demais. Culpa de alguém que levou a outra metade dela para casa. Bem, foda-se.

Enfim, o último vídeo, com o juramento no final que foi improvisado pelo tiozão, já que ninguém no local sabia o oficial, se é que existe um.

Se o video não abrir, clique aqui.

Depois disso eles ainda iriam passar horas debaixo de sol, pedindo dinheiro pelas ruas da cidade. Deram sorte, pois a maioria precisava pegar apenas R$25,00. Quando foi a minha vez, tive que pegar bem mais.

Só para vocês não me acusarem de caçoar, humilhar e injuriar outrem e de ter esquecido de que eu também passei por isso, vejam algumas fotos do meu trote e riam um pouco mais.

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Mesmo no trote, não perdendo a pose e o charme emo.

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Lindinha, florzinha e docinho em ação.

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Minha vez de cair de boca, ui.

Agora, depois dessa nojeira toda, depois de passar dois meses com um monte de veterano pegando no pé, vai dizer que não vale a pena o esforço? Pela recompensa de poder participar de todas as calouradas – que terá um post no futuro, dependendo do apoio de vocês – até o final do curso, de poder dar trote nos próximos calouros e o mais importante: ter muita história para contar para os netinhos.