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Recentemente foi confirmada a lista oficial das atrações para o TIM Festival que vai acontecer em várias capitais brasileiras, inclusive em Vitória, nos dias 27, 28 e 29 de outubro. [1]

As atrações principais nos outros estados incluêm Antony and the Jonhsons, Arctic Monkeys, Björk, Cat Power, Feist, Hot Chip, Juliette and the Licks e The Killers.

Em Vitória, no dia 28, irão se apresentar a cantora canadense Feist que faz um indie pop cremosinho e a banda sueca cirKus, que faz um trip-hop que pra falar a verdade eu nunca ouvi nem falar, além de outras undergroundices jazzisticas nos outros dois dias do festival.

Feist
Feist, que também já participou do Broken Social Scene, é quem encabeça o show aqui no ES. Eu particularmente gosto muito mais do super grupo canadense e preferiria que eles tivessem vindo no lugar dela.

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista das 5 bandas que eu gostaria de ver no Brasil, no TIM Festival, seja no eixo Rio-SP ou aqui em Vitória.

Broken Social Scene
#1: Broken Social Scene no lugar de Feist.
Os motivos? Apesar de gostar da Feist como artista solo, conheço o BSS há bem mais tempo e só pelas músicas 7/4 (Shoreline) e Fire Eye’d Boy valeriam o show inteiro. A grupo que na verdade são integrantes de várias bandas fodassas de lá da canadalândia como Do Make Say Thing, Stars, Metric, Valley of the Giants, entre outros, conseguiu fazer do álbum deles de 2005 um disco recheado de texturas e climas singelos que vão se alternando entre músicas mais animadas como 7/4 (Shoreline) com os vocais da Feist e que segue uma métrica de 7/4. Enfim, banda mais “alterna” impossível.

Sigur Rós
#2: Sigur Rós no lugar de Björk.
Até agora estou seguindo bandas parecidas, né? Sigur Rós e Björk têm algumas coisas em comum: ambos são da Islândia, ambos fazem suas doideras musicais, mas eu prefiro os malucos da foto. Eles possuem uma magia que Björk nenhuma tem, isso é fato. Vocais em falsetto e letras em Hopelandic (lingua inventada por eles mesmos) seriam algo sobrenatural de se presenciar ao vivo. As quatro primeiras faixas do último álbum então, Takk…, Hoppípolla, Glósóli e Með Blóðnasir, além de outras ótimas do Ágætis Byrjun.

Bright Eyes
#3 Bright Eyes no lugar de Antony and the Johnsons.
Antes de mais nada, esse lugar estaria reservado para o grande Elliott Smith se ele não estivesse morto. Mas então… aqui eu fico em dúvida entre o folk orquestrado do Sufjan Stevens e o introspectivo Conor Oberst do Bright Eyes. Ambos de muito peso, Sufjan com seus multi-instrumentos e Conor com suas lágrimas. Mas Bright Eyes não é piegas e o Sufjan Stevens as vezes acaba me tirando a paciência com seus títulos de música quilométricos do excelente álbum Illinois.

E aqui eu me deparo com uma situação que eu não havia previsto antes: por que não Death Cab for Cutie? Por que não Explosions in the Sky? Hmmm, não sei. Eu até gosto mais deles, hehe, mas se for continuar pensando assim essa lista não fica pronta, então vamos adiante.

Stars
#4 Stars no lugar de Arctic Monkeys.
Te falar, nunca vi banda tão hypada como essas caras aí e eu me pergunto o que eles tem de mais, porque é o tipo de banda que fica famosa por causa de uma música que toca nas pistas. Mais uma vez minha preferência pelo Canadá. Stars e cremoso e crocante como deve ser, ao vivo então…

Head Automatica
#5 Head Automatica no lugar de Hot Chip.
Acho Hot Chip bem chatinho e repetitivo, já o HA faz um som que eu curto mais, um rock bem dançante, cheio da malemolência e dos gemidinhos ofegantes do Daryl Palumbo, também vocalista do Glassjaw.

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E é isso aí, espero que vocês façam as suas listas também. Podem colocar o estilo que quiserem aí, incluir mais bandas que quiserem, o show é de vocês! E quem iria nesse meu show? ;)

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