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Algumas toneladas mais leve

Depois de muito tempo — mas muito tempo mesmo — acorrentado ao mandigo, tema que usava no blog até então, resolvi que estava na hora de fazer uma mudança por aqui.

O mandigo me serviu por bastante tempo mas nas últimas semanas comecei a achá-lo carregado demais. Foi procurando por um tema mais limpo que eu descobri que o Wordpress 3.0, que está para ser lançado em breve, trará um novo tema padrão, Twenty Ten.

Como não deu pra aguentar até o lançamento do tal, continuei procurando e descobri outro belíssimo tema; o K2 — se eu não mudei novamente de tema no futuro — é basicamente o que eu estava procurando.

Ainda faltam alguns ajustes aqui e umas modificações ali mas acho que já dá pra ter uma ideia de como o blog será daqui pra frente.

E vocês, o que acharam? Ficou melhor, piorou ou tanto faz? Comente.

RIP velho dias normaisRIP velho dias normais.

A gente não quer só comida

É difícil imaginar que algumas coisas no nosso país podem melhorar, mas de vez em quando somos surpreendidos com vestígios de trabalho sério e aí podemos ver que existe trabalho sério onde menos esperávamos.

Há pouco tempo, o Restaurante Universitário da Ufes servia umas refeições medianas por um preço até barato pra comunidade acadêmica. E o que eu quero dizer com “refeições medianas” é o seguinte: se você conhece um típico restaurante universitário, sabe que a comida de RU é pesada pra caralho e te deixa empanzinado a tarde toda, que o suco – quanto tinha – não tinha sabor nenhum e acabava virando motivo de piada do pessoal tentando adivinhar o sabor do dia.

Bandejão do RU

Só que nos últimos meses houveram algumas mudanças na parte administrativa lá do restaurante que melhoraram enormemente a qualidade da comida e mantendo o mesmo preço. Sério, acho que deve ser a melhor refeição dentre todas as federais. Por R$1,50 (isso se for estudante) você come num bandejão com arroz, feijão, 2 opções de carne ou ovo, salada, complemento (tipo polenta, pirão, abóbora, etc), sobremesa e suco.

Tipo, pela primeira vez, desde que entrei na Ufes em 2005, dá pra dizer que a bandeja tá cheia – em todas as divisórias. Agora também o próprio aluno poder se servir, colocar o quanto quiser na bandeja – menos a carne, que é a tia que coloca -, sem desperdício de sobrar comida e tal. Isso na teoria, porque fico assutado às vezes quando vejo bandejas cheias indo pro lixo, mas tudo bem.

O triste é ver que essas mudanças não se repetem em outros lugares tão freqüentemente. A falta de professores e carência de cadeiras no meu curso (Desenho Industrial) é uma realidade. Recentemente o curso sofreu algumas perdas de professores que ou estão de licença para fazerem doutorado ou simplesmente pediram demissão. Problemas estruturais e de manutenção no campus também são comuns de serem vistos e até noticiados nos jornais.

E pelo jeito isso deve ser uma situação generalizada em outras universidades, pelo menos é o que eu ouço de alguns colegas por aí. Não tirando o mérito da direção do RU e de quem trabalha sério, mas resta a dúvida se querem nos pegar pela barriga, numa tentativa sutil e safada de suavizar os problemas que a universidade pública vem enfrentando e que o governo diz que tenta sanar ou se é apenas o nosso querido Brasil dando certo e aprendendo a voar como um pássaro caolho que sai do ninho pela primeira vez e ainda está assustado com a imensidão que é o mundo lá fora.

Tem algo novo no ar

O pessoal que acompanha o blog via feed não deve ter notado, mas o blog mudou bastante nos últimos dias. Se você não o viu ainda, veja agora o novo dias normais. A mudança mais perceptivel é sem dúvida o visual totalmente novo que, além de outros detalhes que não podem ser percebidos por quem visita, completam o conjunto de mudanças. A causa de tantas mudanças foi a transferência do blog do motherfucker old Blogger para o shiny brand new WordPress.

Numa analogia simples e besta, seria como se o velho dias normais tivesse sido levado para o Overhaulin” e sofrido uma transformação completa, tanto na aparência quanto na funcionalidade, com motor, rodas e pintura nova, mas continuando com a mesma essência de sempre, tanto é que os posts antigos continuam aí, mesmo os mais antigos e ruins.

Outra coisa boa é que agora também poderei terminar várias idéias que tinha para executar mas que estavam entravadas pela falta de um host próprio e uma estrutura digna. O WordPress facilita muito isso e olha que eu ainda não descubri tudo que o bixinho é capaz.

O layout é novo mas ainda é temporário. Ainda falta acertar vários detalhes para deixar a navegação mais azeitada e mais personalizada, com cara de dias normais mesmo. Restam também vários bugs que serão corrigidos com o tempo, como por exemplo os vídeos do YouTube que não aparecem nos posts e implementação de categorias para os posts, facilitando as buscas por determinado assunto.

Espero que gostem das mudanças e na saída não esqueça de deixar seu comentário.

Blog em manutenção

Peço desculpas a todos, mas o blog está em manutenção por algumas horas.

Depois de muita enrolação e discussões acaloradas com o Rafa do Futilidade Pública, decidi mudar para o WordPress num host pago. Um host bem baratinho, por sinal, mas que dá pro gasto pros planos que tenho em mente.

Há muitos problemas no Blogger que já estavam me incomodando e que impediam que eu pudesse continuar com a reformulação do blog e do meu portfólio pessoal. Um deles era com relação aos comentários do HaloScan que dependem exclusivamente de JavaScript e que não funcionam tão bem quanto o nativo do WordPress.

E é claro, ainda há as centenas de plugins para o Wordpress que facilitam muito a vida de qualquer blogueiro e que até me lembram a minha época dourada de MovableType, que foi quando eu comecei a postar “sério”.

Resumindo, a transição será muito melhor lá do que aqui. E isso é triste porque sempre fui um fã ferrenho de Blogger, mas fazer o que, né? O Google precisa comer muito feijão e farinha pra chegar no nível do WordPress.

Então é isso: o blog continuará sua vida no endereço www.diasnormais.com, porém ainda é preciso esperar até que o DNS seja propagado e esteja acessível por toda a internet.

Já o blog antigo, hospedado no Blogger continuará ativo mas sem atualizações e estará disponível no endereço antigo www.diasnormais.blogspot.com.

Uma última coisa que vale mencionar é que eu tentarei importar os posts do Blogger para o WordPress, mas não tenho certeza que dará certo. Se não der, paciência. Host novo, vida nova.

Update: blog de volta. :-)

Impressões pessoais sobre Belo Horizonte

Finalmente de volta para casa, as coisas começam a voltar aos eixos. A viagem para Belo Horizonte foi bem proveitosa. Fiz (quase) tudo que queria fazer e de quebra ainda conheci várias pessoas legais por lá.

Digo que fiz quase tudo que queria por um simples motivo: andar pelas ruas do centro pode ser fácil, isso se você tiver consigo um mapa. Vamos a alguns fatos que marcaram a viagem:

  1. Belzonte é uma cidade bizarra, ponto. Como tal, seus habitantes também são igualmente bizarros. Não que isso seja ruim, não na maioria dos casos, mas por vezes cheguei a passar por situações inusitadas com taxistas declarando que maconha e farinha não são drogas “pesadas”. Outra coisa interessante é que algumas pessoas se vestem de forma incrivelmente engraçada e fashion, tipo que até parecem que saíram direto de uma loja do Pátio Savassi.
  2. É bom andar com um mapa bem básico das ruas. Apesar do centro da cidade ter sido planejado, os nomes das ruas costumam confundir um pouco e pode-se poupar um tempo e esforço enorme pegando um caminho mais simples que não dependa de uma avenida principal. Mas para aproveitar todo o potencial mesmo da cidade é bom ter um bom guia da cidade, com os principais pontos culturais, praças e museus. Os taxis de Belo Horizonte funcionam muito bem e sempre tem um por perto quando se precisa, mas aprender a pegar um ônibus é muito mais em conta para a maioria das situações.
  3. Um quarteirão da Savassi tem mais barzinhos, restaurantes e cafés do que a cidade Vitória inteira. Vale a pena andar a pé por lá para conhecer os cantinhos mais escondidos, além de sair por aí catando cartões de visitas de lojas e brechós. Há uma deliciosa loja de doces chamada Lalka que vende umas balinhas de maçã que são ótimas, além do chocolate, é claro. Beagáenses também dão muito valor a um bom barzinho e não exitam em levar um convidado de fora pra conhecer os points da night mineira.
  4. Come-se e bebe-se muito bem em BH, entretanto, paga-se mais por isso também. No Soho Pub, há vários joguinhos daqueles que jogávamos quando criança. Paga-se R$1,50 por pessoa para poder jogar os jogos. A Lisie me levou no café Status, um lugar bem legal e cheio de livros, discos e que tem música ao vivo. O couvert era do artista era de 10 reais, mas a gente não pagou. É bom prestar atenção nos lugares que oferecem música ao vivo, porque se você quiser, não é obrigado a pagar o couvert artístico. Sinceramente, se minha condição financeira fosse melhor, eu pagaria de boa, por que o lugar é mesmo demais.
  5. Quando até Geraldo Magela, o Ceguinho do programa A Praça É Nossa do SBT, se candidata a vereador, nada mais poderia impressionar. Quase nada:
  6. Fazer compras nos mercados populares, como no Mercado Central, no Shopping Oi e na Feira Hippie, é uma tarefa praticamente impossível para um ser humano, principalmente se esse for do sexo masculino. A quantidade de mercadorias por metro quadrado é tão grande que fica impossível conseguir a atenção voltada para uma coisa só. Coisa muito diferente disso é uma loja mais requintada, tipo uma Apple Store, na qual existeESPAÇO VAZIO, EM BRANCOentre um produto e outro e a cabeça tem um tempo pra descançar as vista, puta que pariu.

Update importantíssimo: quando estiver viajando, seja em qualquer cidade, fuja do celular. Se possível, nem ligue-o. Ligações interurbanas são caríssimas. A melhor solução é comprar um cartão de telefone público. Se não for suficiente, ainda há a opção de comprar um chip pré-pago, desses que são vendidos até em bancas de jornal, e usá-lo. Vai sair mais em conta ainda, mesmo jogando-o fora depois, pode acreditar. Meu bolso que ainda não quer acreditar, malditos filhos da mãe.

Rumo à Minas Gerais

Daqui a pouco embarcarei rumo a Belo Horizonte, capital mais bonita desse Brasil-sil-sil. Há anos vou para lá pelo menos uma vez ao ano para me consultar com meu oftalmologista e dessa vez aproveitarei para passear um pouco por lá.

Muita gente me pergunta porque eu saio de Vitória para BH só para ir ao médico de vista. O motivo é que desde pequeno minha mãe me levava no Instituto Hilton Rocha, que era um lugar que tinha os melhores médicos na época. Meu médico então saiu de lá e foi para outra clínica, o IOBH. Para não perder o histórico que já havia no meu tratamento, continuei a ir nessa clínica até hoje.

Ficarei hospedado num albergue chamado Pousadinha Mineira. É um lugar bem confortável e barato. A diária lá custa apenas 16 pãezinhos de queijo. Ano passado, fiquei lá por uns 5 dias e tou indo novamente porque vale muito à pena.

Segue um mapinha básico dos lugares que vou estar (veja no Google Maps). Atualizarei aqui e no Twitter quando possível e tentarei me divertir o máximo possível.

Mapinha do Centro de Belo Horizonte

Agora deixe-me ir porque senão eu perco o ônibus. Até breve, amigos!

Inovação ao contrário é o que?

Preferi não falar o nome do refresco que virou polêmica no post passado de tão ruim que o nome é. O conceito da parada é algo tão exaustivamente usado que chego a ficar em dúvida se foi feito alguma pesquisa séria antes ou se foi apenas enrolação do estagiário que passou o tempo todo comprando seus amiguinhos no Friends For Sale do Facebook.

Uma simples Googleada já nos mostra vários logos que utilizam conceitos que, essencialmente, partem do mesmo principio.

i9 i9 Sports

i9 inove i9

Por último, o logo do famigerado hidrotônico que já está provocado um gás na blogsfera.

i9 Hidrotônico

A idéia agora não é fazer uma crítica do logo da bebida baseado nas outras marcas encontradas. Foi apenas um pequeno puxão de orelha, na minha opinião, de que a inovação poderia ter surgido de outra forma, não em um nome besta como esse, repetindo uma fórmula já batida pelo meio publiciotário.

Bom, tirem suas próprias conclusões. Agora esse assunto já deu pra mim.

Adendo ao post anterior

Essa coisa de escrever diariamente é muito mais interessante do que eu supunha. Sabe por quê? Porque as idéias surgem mais vezes. É claro, todo blogueiro que se preze posta diariamente ou até várias vezes por dia, mas até então eu imaginava que o ideal seria “racionar” as idéias para postar menos, mas com mais qualidade.

Me enganei, mas parece que agora há um estímulo muito maior para escrever sobre coisas menores e mais esparsas e mesmo assim sobrar espaço para posts grandes. Parece bom, não parece? Pois pra mim sim.

A propósito, parece que peguei o ônibus andando no último meme da blogsfera. A Coca-Cola lançou um refrigereco similar ao Gatorade e, como forma de promover o negócio, distribuiu umas geladeirinhas bacanas pra um galera descolada da blogsfera.

Poxa vida, até eu gostaria de um presentinho desses. O último mimo que eu ganhei foi um crachá da Coca-Cola Zero mas que até agora não me serviu pra nadica de nada. O problema é que teve gente que ficou com dor de cotovelo e chamou tais blogs de blogs de aluguel. Tamanha ofensa, vejam vocês, é pior do que xingar a mãe desses caras.

E vou avisando logo que o Dias Normais não é blog de aluguel coisa nenhuma. Nâo senhor, se eu falei de alguma marca ou de alguma empresa aqui foi por livre e espontânea vontade, mas claro que fico super feliz quando recebo uma surpresa dessas. Se não é do meu interesse, simplesmente ignoro, porque até falar mal é uma forma de promoção.

O Rafa do Futilidade Pública andou reclamando sobre a minha suposta usura de links nos últimos posts, mas eu digo: “Rafa, meu filho, o tarado por comida árabe é você, ok?”, mas não nego a escassez de links. A verdade é que isso é uma ação que estou implantando para não distribuir links de má qualidade para meus coleguinhas e não diminuir o PageRank de seus blogs, entendeu? Relaxe, poxa, estão todos aí, na barra lateral.

Enquanto isso, quase ninguém falou se o tal refresco é bom ou ruim. O Ziggy do Sim, Viral chegou a comentar, dizendo que é bom e tudo mais, mas a massaroca de comentários acabou desviando o hype da parada. De um jeito ou de outro a ação foi feita e sabe-se lá se deu certo ou não.

O que eu me pergunto é quem foi o publicitário sem vergonha que na maior cara de pau chegou para o seu chefe e sugeriu o nome dessa porra, digo, desse refrigerante sem gás. Algo realmente… INOVADOR.

A experiência é o que conta

Já falei aqui algumas vezes sobre hábitos de consumo ou, em outras palavras, de gastação de dinheiro, numa análise mais profunda. Então quem leu isso sabe que eu sou do tipo que se deixa levar pela boa aparência das coisas e por uma coisa que acho muito intrigante e que acho bastante válida, que é a tal da experiência do consumidor, do usuário ou do que seja.

Muitos devem torcer o nariz e achar isso meio banal. “É claro, pô, todo mundo gosta de um bom atendimento!” – Mas é aí que está a diferença entre um bom atendimento e uma experiência rica entre consumidor e loja.

Vejam só, na sexta-feira eu saí cedo da aula e fui a um bar com sinuca perto da Ufes com uns colegas de curso. O lugar não é dos mais bonitos, nem toca boa música, mas tudo bem, tem cerveja e mesas de sinuca por um preço médio comparado aos outros bares da região. Entretanto, nem bebemos cerveja e só jogamos umas duas partidas e fomos embora.

Beleza, fui em direção ao ponto de ônibus para ir para casa, mas eis que passei bem em frente à nova loja da Redetronic. Pensei: “por quê não?” e entrei, afinal nunca tinha ido lá antes. De fora da loja mal dá para ver o que há la dentro, por causa das persianas que cobrem toda a vitrine.

Logo que entrei fui recepcionado por um funcionário que me perguntou se precisava de ajuda. Respondi que estava apenas querendo conhecer a loja. Este então respondeu o seguinte:

- Tudo bem, tem Guitar Hero e café logo alí, se quiser. Fique a vontade.

Há ainda mais que isso: um spot wi-fi livre para quem estiver com laptop e alguns computadores para acessar a internet.

Nem preciso dizer que fiquei um bom tempo me divertindo no Guitar Hero, né? Aprendi a tocar com a bendita da guitarrinha foda, toquei Ruby do Kaiser Chiefs, Bulls on Parade do Rage Against the Machine e ainda fiz um versus com um guri que conheci lá, tocando Sweet Child O’ Mine. É claro que eu ganhei.

Antes de entrar na loja eu não tinha intenção de comprar nada, para falar a verdade, mas depois de vários cafézinhos, lembrei que tava precisando comprar uma adaptadorzinho molex pro meu HD Sata. Comprei. Foi caro? Não, não foi. Foi até mais barato do que na concorrência.

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Agora vejam aí, em qual dessas situações a experiência com o consumidor foi melhor. Relevem qualquer tipo de predileção por uma das coisas. Eu gosto tanto de cerveja gelada, mulher e sinuca quanto de gadgets, videogame e internet de graça. Dá pra notar uma diferença grande no comportamento entre duas situações, não dá?

Meu mouse agora está com o botão de rolagem bichado. Onde será o primeiro lugar que vou pensar em procurar um novo?

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Outra coisa que me chamou a atenção foi no fim-de-semana que passei na casa da minha mãe. Perto da casa dela abriu um supermercado novo e diferente dos que se vê por aqui.

Pra ser direto ao assunto, a porcaria do supermercado parece com aqueles de filmes de Hollywood: estacionamento enorme na frente, pé direito altíssimo e preços relativamente abaixo da média. Pra completar, o nome do lugar é Ok. Isso mesmo, Supermercado Ok, mais americano impossível.

Por dentro não é dos mais bonitos e modernos, mas tem umas prateleiras altas pra caralho que só aquelas empilhadeiras para alcançar o topo. Os carrinhos de compra são maiores, mais largos, justamente para as pessoas comprarem mais. No quesito variedade de produtos o lugar não é tão bom assim. Raramente se encontra artigos de luxo, só o basicão mesmo.

A semelhança é com esses estabelecimentos que vendem à varejo, tipo Sam’s Club e Makro, com a diferença que esse faz a venda comum e aí é outra experiência de consumo.

E você, que tipo de consumidor é? Opine aí.

Dias normais de volta à todo vapor: é ver para crer

Atualizar o blog diariamente é uma coisa que eu gostaria muito mesmo de fazer, mas o fato é que nem sempre tenho tempo suficiente para fazer textos mais elaborados com pesquisas e tudo mais. Resultado é que ficam vários rascunhos sem publicar e posts prometidos há tempos mas nunca postados.

Então, a partir de agora, seguindo mais ou menos uma idéia que o Kid do Hoje é um Bom Dia teve, começarei a escrever posts mais curtos, rapidinhas, algo que fique entre uma atualização no Twitter e um post “sério”.

A propósito, o Twitter – ou o “Enquanto isso…” aí do lado – é o que está me salvando nesse meio tempo, pois é nele que eu posso postar pequenas atualizações de qualquer lugar, até mesmo do celular. Chamam isso de microblog, mas entendam como quiser.

Enfim, sem mais delongas é isso o que vai rolar, mas agora é PRA VALER. Enquanto alguns blogs tiram férias, a minha intenção é escrever mais e mais, pode crer. Espero não decepcionar vocês que lêem isso aqui e também espero não me decepcionar, o que é pior ainda.

Mas por favor só não esperem por coisas de qualidade logo de cara, vamos ver como vou me sair nesses primeiros dias, mas prometo que vou me esforçar ou vou ser obrigado a postar aquelas fotos engraçadas que ficam bem mais legais no Treta do que aqui.

Fazendo arte, videoarte

Olá meus queridos, desculpem a demora por atualizações, mas é que enquanto eu não estou aqui no blog escrevendo bobagens ou no Twitter falando do meu dia, eu faço outras coisas interessantes, ou não.

A última peripécia em que me envolvi foi o vídeo abaixo, trabalho da disciplina de Vídeo I da faculdade. Trabalhei com minha colega Amanda Nascimento, que deu as idéias para o roteiro e operou a câmera quando eu estava em cena, óbvio. A gravação aconteceu numa tarde e durou cerca de meia hora, já a edição foi feita em dois dias usando o Adobe Premiere Pro CS3, em mais ou menos 6 horas.

O vídeo fala mais ou menos sobre percepção. Que idéias estão surgindo na nossa cabeça agora?

Tentamos estimular a percepção do espectador a ter algum tipo de curiosidade sobre alguma coisa que não é vista e que na verdade não existe – e o comportamento ridículo durante o processo de criar isso.

Flip book é pros fracos

Eu sei que prometi há alguns dias atrás um post explicando como fazer um flip book e tals, mas acabei enrolando. Muito bem, não importa porque depois desse vídeo que meu caro amigo Olde me passou, percebi que aquilo era coisa para os fracos. Quero dizer, também não né, mas pra falar a verdade eu nunca tinha visto nenhuma animação explorando este tipo de técnica como o do vídeo abaixo.


Animated Optical Illusions book.

As imagens em movimento são conseguidas através do efeito Moiré, que é basicamente quando duas grades são sobrepostas em ângulos próximos ou em padrões parecidos.

Outro exemplo de Efeito Moiré