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Localizador de amigos from Saulo Pratti on Vimeo.
Depois de uma certa enrolação da minha parte para tentar converter o vídeo e tirar a porcaria do letterboxing, aí está o vídeo final do trabalho de Multimídia I da faculdade, do mesmo jeito que foi exportado do Premiere.
Não vou me extender muito neste momento, então, resumidamente, o Localizador de amigos é um conceito de aplicativo para iPhone que utiliza a integração com redes sociais e tecnologia GPS para encontrar amigos que estejam próximos de você por meio de palavras-chave e outras variáveis.
É óbvio que o vídeo não está 100% e tudo precisaria ser retrabalhado para se chegar num protótipo funcional utilizável. Quem estiver interessado e quiser ajudar, entre em contato, por favor.
Não falei nada sobre isso antes por pura preguiça.
O InterCon é menos um evento de tecnologia que inovação digital. Na verdade, o InterCon se dividirá (ou se multiplicará?) em 4 eventos paralelos. Um deles será o FF‘08 que promete ser inovador no formato e no conteúdo das palestras. Nas palavras de Luli Radfahrer: “Imagine um ciclo de palestras em formato Rave. Imaginou? POIS esqueça. é muito mais.”
E se você não sabia disso, não adianta se animar agora, porque o iMasters InterCon 2008 já é amanhã agora no dia 25.
Infelizmente eu não irei por motivos financeiros-temporais. Minha participação no entanto está garantida pro Campus Party 2009. Ainda assim, se você quiser, pode acompanhar desde já tudo que está sendo publicado sobre o evento: no Twitter, Flickr, YouTube, Videolog e também nos blogs que estarão cobrindo o evento, tudo isso concentrado no Livestream do InterCon no Blogblogs.
De certo ponto-de-vista, a participação via internet não é a mesma coisa que a participação integral, a participação presencial, acontecendo ao vivo e mantendo contato direto com as pessoas, mas eu poderia afirmar que é uma extensão do evento em si, um 5º evento ocorrendo paralelamente ao evento principal.
Se quiser participar de alguma forma, basta colocar a tag intercon2008.
Todos os dias vemos centenas de marcas novas e antigas. Todos os dias nós as vemos e em todos os cantos possíveis e imagináveis elas estão lá, marcando e demarcando.
Marcas que precisam ser lembradas por nós para funcionarem e, conseqüentemente, para vender, comunicar e funcionar propriamente como uma, resultado da simplificação de conceitos numa linguagem meramente visual e estilizada.

Na imagem acima temos vários soluções gráficas bem interessantes que poderiam muito bem ser logos de diversas empresas multinacionais, certo? Mas quais seriam elas? E qual seria o conceito de cada uma delas? O que representariam?
A bem da verdade, as figuras acima são apenas as bandeiras de algumas das capitais japonesas. Sim, são bandeiras de cidades japonesas1. Não me pergunte o nome dos designers que as desenharam porque eu não sei – como saberia? -, mas aposto que você nunca imaginaria isso, vai dizer. Ao menos que você fosse uma mistura de oriental com índio, ai tudo bem.
Entretanto, é importante dizer que cada um desses símbolos possui sim um conceito por trás fazendo as devidas ligações com a língua e com os elementos da cultura nipônica. Várias delas são representações altamente estilizadas de kanjis, katakanas e hiraganas, os quais estão intimamente ligados aos simbolos heráldicos – ou seja, a representação de brasões – japoneses, chamados de Mon.
1 Dica do Deadcrow.
Só vai sacar essa quem entende de tipografia:

A ideia é do genial blog Ironic Sans e já até virou camisa.
Para os desavisados, o significado de kerning, direto da bíblia tipográfica dos designers:
Kern: Parte de uma letra que invade o espaço da outra. Em muitos alfabetos, o f romano tem um kern à direita, o j romano tem um kern à esquerda e o f itálico tem um kern em cada lado. O verbo inglês to kern significa alterar o espacejamento de certas combinações delas – To ou VA, por exemplo – para que o membro de uma letra seja projetado sobre ou sob o corpo ou o membro da outra. (BRINGHURST, Robert. Elementos do Estilo Tipográfico, p. 359. Cosacnaif. São Paulo, 2005)









