dias normais

revolve?


Arquivos de Blude

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dias normais de volta à normalidade

Enfim, amigos, depois de meses e meses de MUITA chateação nas mãos do pessoal da Host Machine me mudei pra DialHost.

É, o plano básico da Host Machine é bem barato, verdade, mas o atendimento é pior do que quiosque da praia de Camburi e o painel de administração mais porco do que banheiro de rodoviária as 4h da manhã. Não recomendo pra ninguém.

Agora, o DialHost não é nenhum Host dos Sonhos, tenho que dizer. Na real o espaço é bem pequenininho e o aluguel um pouco mais caro que o outro mas a vista maravilhosa e o elevador novinho compensam — e muito.

Plin-plin.

dias normais HD

É, amigos, pode demorar mas um dia as coisas começam a melhorar. A partir de hoje, uma pequena (mas grande) revolução: o dias normais está mais chic — e por quê não — mais sofisticado do que nunca. A partir de hoje esse blog faz parte da high society, da high fidelity e da high voltage bloguística da internet mundial capixaba.

O dias normais agora é High Definition.

Pois é.

Há algum tempo morando num dois-quartos apertadinho decidi que precisava arrumar mais espaço e simplificar várias coisas. Pronto. Algumas paredes quebradas e latas de tinta branca depois e temos um studio espaçoso e novinho em folha onde poderei ter mais espaço para vídeos, fotos e o que mais quiser.

O blog continua o mesmo. Os mesmos posts, o mesmo tema mas agora uma filosofia diferente… e para estrear a tela grande novíssima, um vídeo bacana. Apague a luz aí e aproveite.


white lies – bigger than us from EL NINO on Vimeo.

PS: infelizmente a grana para a reforma tava curta e não foi possível servir canapés nessa pequena inauguração.
PPS: sinta-se à vontade para deixar suas impressões nos comentários abaixo.

Num sábado qualquer…

PS: se você for a garota da foto, por favor, entre em contato pra que eu possa agradecer por ter-me feito tirar esta foto. :)

Pesquisa Transporte Urbano Vitória

Ei, você, visitante querido. Sim, você mesmo. Mora em Vitória? Sim? Anda de ônibus? Também? Que ótimo! Podiamos sentar na lama pra tomar uma cervejinha e trocar ideia qualquer dia, ein? Que tal? Certo, certo, não é sobre isso que eu gostaria de falar com você hoje mas, sim, você pode me ajudar! Peço não mais que 5 minutinhos do seu tempo para responder a um pequeno questionário que fará parte do meu projeto de graduação.

Essa pesquisa trata principalmente sobre a DEFICIÊNCIA na aplicação de sinalização dos ônibus do transporte público em Vitória.

Clique aqui para responder à pesquisa.

A análise dos dados coletados será publicados futuramente aqui no blog e ajudará na minha pesquisa para compreender o comportamento dos usuários de ônibus e assim desenvolver alternativas mais eficientes de sinalização.

Agradecido desde já.

SWU: sonho ou pesadelo?

Eu não fui — estava em Belo Horizonte para o RDesign BH — mas não pude deixar de me sensibilizar pelo que li em vários blogs sobre a tristeza que foi o festival SWU.

@pittyleone: sim, houve problemas. mas é só o primeiro, e ninguém nasce sabendo. que melhore sempre, tenha todo ano e vire um Coachella brasileiro. #SWU 12 Oct via web

@blude: @pittyleone Coachella brasileiro, Pitty? Acho que o pessoal de lá não iria curtir essa comparação, viu 13 Oct via web

@pittyleone: @blude não custa sonhar, né? vai que um dia vira, ué. 13 Oct via web


Coachelletta from Sam O'Hare on Vimeo.

Pois é, Pitty, sonhar não custa nada, né, mas acho que não basta APENAS sonhar se quisermos ter um Coachella ou um evento, no mínimo, honesto e parecido que seja, no Brasil. Ou não.

Ah, assista em HD — e em tela cheia — por favor. :)

Scratch, scratch, squeak, squeak

Na aula de Design Computacional da semana passada, a turma fez os primeiros experimentos usando o Scratch. Começando com coisas básicas como triângulos, quadrados, hexágonos, escrevendo nossos próprios nomes e etc.

A ideia é que, basicamente, lá no final do período tenhamos um jogo/aplicativo feito para crianças e que possamos testá-lo.

É possível que também vejamos algo sobre Processing. Inclusive, já na vibe de botar a mão na massa, o Marquito e eu começamos a fazer um encontro a cada 15 dias para pegar o costume com a linguagem e produzir algumas coisas. Abri um fórum no site do DesignCamp Vitória chamado Processin6, que será o ponto de encontro onde poderemos discutir e postar o que for sendo feito.

Por último, instalei aqui no laptop o Squeak, que é uma implementação do Smalltalk. E antes que comecem a me xingar por estar falando coisas absurdas e difíceis, vai aí uma explicaçãozinha:

Em português claro, o Smalltak é uma linguagem de programação totalmente orientada à objeto e que influenciou (e continua a influenciar) diversas linguagens de programação como Ruby, Python, Java, Objective-C e, inclusive, o próprio Scratch que, aliás, é feito em Smalltalk, hehe — e fica claro as semelhanças entre as linguagens.

Ainda, segundo a Wikipedia:

[No Smalltalk] Os programadores definem classes de objetos em suas aplicações para imitar (ou simular) o mundo real. Estas classes de objeto são organizadas hierarquicamente, de modo que seja possível fazer novos objetos com características de outros objetos, com poucas mudanças.

Voltando, o conceito é um tanto pegajoso pra ser explicado num post então, como sou tão noob no assunto quanto qualquer um, tenham paciência comigo!

O Squeak é na verdade uma implementação do Smalltalk e foi originalmente desenvolvido por caras como Alan Kay, que é responsável por muitas das metáforas de interface gráfica que conhecemos.

Qualquer semelhança com o Mac OS não é mera coincidência.

Além do ambiente de desenvolvimento, no Squeak você tem uma máquina virtual ESCRITA em Squeak. O próprio sistema operacional, por assim dizer, como tudo no Smalltalk, é um objeto com o qual você pode interagir e programar, o que é uma coisa muito louca de se pensar, pelo menos pra mim.

D-tapes #1 — Acordar cedo é um saco… mas pode melhorar

Segundas são um saco, acordar cedo é um saco… mas pode melhorar e, ok, se essas músicas não te colocarem de pé num instante, nem um litro de mate vai.

Do rockzinho grudento de A Million Ways (que como sempre tem um clipe com dancinhas sensacionais) passando por Throwin’ Shapes que pra mim é a melhor música pra ouvir fazendo exercícios e chegando em Forced to Love que, se tocasse numa festa da Antimofo, definitivamente colocaria abaixo as estruturas do Centenário.

Playlist

  1. Yeah Yeah Yeah – New Politics
  2. A Million Ways – Ok Go
  3. Phantom Punch – Sondre Lerche
  4. Flathead – The Fratellis
  5. Fireworks – Polock
  6. Throwin’ Shapes – Minus the Bear
  7. Forced to Love – Broken Social Scene
  8. Commerce, TX – Ben Kweller
  9. The Way You Wear Your Head – Nada Surf
  10. Trinity – Paper Tongues

Ouça aí

Dias Normais apresenta: Hemorragia Sessions #01

Apesar de eu não cantar uma nota afinada sequer, não tocar um riff completo no violão sem errar e possivelmente sofrer de algum grau de amusia, a partir de hoje começa aqui no blog o temível Hemorragia Sessions.

A cada semana postarei uma música que inundará de sangue os ouvidos dos queridos leitores que acidentalmente clicarem no botão do player abaixo. Essa semana, começo especialmente com um pequeno pedaço de amusiacore.

Prepare o algodão, aproveite e não se esqueça de me incentivar para gravar a hemorragia da semana que vem na caixa de comentários.

Hemorragia Sessions #01

É importante saber

Coisas que eu quero e coisas que eu gosto

Duas das coisas que são importantes saber: o que você gosta e o que você quer; e tem uma terceira, que eu ainda não sei o que é.

Esse semestre vai ser mais ou menos assim

O semestre mal começou e já da pra imaginar o que vem por aí…

Vai dar pra matar saudade da Ufes até dizer chega.

E pra começar, meu primeiro experimento gráfico com o SuperLogo pra disciplina de design computacional.

A partir de agora está valendo!

Previsão Web à prova

Há algum tempo atrás eu vi a Emily Falqueto mandar um tweet de uma parada não muito divulgada que era o Previsão Web.

Esse Previsão Web é um serviço que até então está hospedado no site da Prefeitura de Vitória e que fornece informações bem úteis, como por exemplo quanto tempo falta para o ônibus que você está esperando chegue.

O tempo passou e nesse fim-de-semana resolvi testar o negócio de verdade. Com o laptop na mochila fui até um ponto de ônibus de Jardim Camburi.

O ponto fica na R. Carlos Martins, em frente à Yázigi Internexus; de lá mesmo consegui acessar a internet pelo wifi do Vitória Digital para fazer o teste que trago a vocês logo abaixo:

A experiência de uso do serviço não foi lá uma das mais straightforward já usadas por mim mas esse é um ponto que pode ser relevado já que, segundo informações recebidas do colega Charles Moreira e do também companheiro de curso e quiçá parente distante Pedro Puppim, a aplicação já está na linha de produção e de um processo de redesign completo.

Fico um pouco ressabiado quanto a coordenação do projeto, sob comando da agência Idéia Gráfica, visto que a empresa não tem nenhum grande trabalho na área em seu portfólio maaaaaas, por enquanto, prefiro aguardar antes de fazer qualquer crítica desnecessária.

E se você quiser saber um pouco mais, veja esta matéria sobre a tecnologia utilizada no Previsão Web que eu acabei de encontrar nos relacionados do meu vídeo.

Update: parece que a Prefeitura de Vitória tirou a página do ar depois que o Metzen disponibilizou o No Ponto. Bem, depois dessa notícia fica bem fácil imaginar o porquê.

Letreiros de ônibus em Vitória: ainda longe de um ponto final

Tudo começou há alguns meses atrás quando eu abri um tópico no grupo de discussão do curso de Desenho Industrial da Ufes. O assunto em questão era a padronização dos letreiros de ônibus em todo território nacional.

A discussão gerou uma certa comoção no grupo pois, no caso de Vitória, havia um sistema em funcionamento que teria de ser abandonado.

Na época, cheguei a procurar alguns parlamentares e órgãos da prefeitura para falar sobre o assunto. A resposta veio da Srta. Jaqueline de Oliveira Vianna da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Vitória — SECOM:

Caro Saulo Pratti,

Ressaltamos que a elaboração de um padrão para os coletivos foi estabelecida por uma lei federal. A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) elaborou o padrão e o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) criou regulamentos com base na lei da acessibilidade, que prevê o direito de locomoção das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Todo o processo foi pensado para melhorar a vida das pessoas com necessidades especiais, e isso inclui pessoas com problema de visão.

Por se tratar de uma lei é federal, a Prefeitura de Vitória tem até o dia 31 de julho para se adequar, caso contrário, o Ministério Público pune o município. Somos obrigados a seguir os novos padrões.

Esperamos que haja uma adaptação dos usuários ao novo modelo. Mas caso a população não aprove, após testar as mudanças, aí sim é realmente necessário que haja uma mobilização para adequações. Isso deve ser feito na esfera do poder público federal, o que não impede a participação dos municípios.

Nesse sentido, é muito importante a sua opinião. Mas teremos de esperar para saber como será a aceitação também dos outros usuários.

Agradecemos e esperamos contar sempre com sua participação.

Assessoria de Imprensa

Secom – Secretaria de Comunicação

Pois é, meus caros, chegamos ao dia 31 de julho e o que pode se comprovar nas ruas da cidade é que nem todos os ônibus foram adequados à nova regulamentação.

Isso quer dizer que, a partir de amanhã, todos os ônibus que não ainda seguirem as tais regras serão os responsáveis pelas punições, ou sanções, às quais a prefeitura de Vitória estará sujeita — e que eu não faço IDEIA de quais sejam.