Arquivos de Blude

Musicalmente falando…

Nesses meses aqui no hemisfério norte, pude realizar o sonho de ir a alguns shows que eu nunca teria a oportunidade de ir no Brasil. Na real, não fui a nenhum showzão ultra mega foda que eu mataria pra ir mas, mesmo assim, devo dizer que só fui em show bacana e olha que tiveram bandas que eu nunca havia escutado antes.

Os vídeos abaixo foram gravados com a câmera do meu celular. Nenhum deles está com qualidade realmente boa, então que seja para vocês terem uma ideia de como foi.

Open Mic

Um dos primeiros lugares em que eu fui aqui foi num pub aqui em Drexel Hill mesmo chamado McGillicuddy’s. Lá, a terça-feira é dia de open mic, ou seja, qualquer um pode ir no palco e tocar. As bandas tocavam vários covers e a maioria delas mandava realmente bem.

Imagine ai minha felicidade: há poucos dias aqui e era a primeira vez que ia a um lugar em que tocavam coisas que eu realmente gosto, como Jimmy Eat World, Kings of Leon e outros tantas.

The Rural Alberta Advantage

Tinha acabado de ler o artigo da Pitchfrok falando sobre o álbum dos caras quando vi no last.fm que eles fariam um show por aqui. Foi a oportunidade que eu esperava pra ir num show de verdade por aqui.

We Were Promised Jetpacks

Depois de uma semana sem fazer nada por causa da neve, precisava sair de casa.

Vetiver

Já conhecia o Vetiver por nome mas realmente mal me lembrava da músicas dos caras. Eu imaginava que eles fossem bons, por isso fui ao show, mas a minha surpresa com a competência dos caras na mistura rock/folk/blues foi maior do que qualquer expectativa.

Sondre Lerche

Uma coisa que eu nunca iria imaginar e que só fui perceber no show foi público do cara — praticamente, 90% de garotas, haha. Anyway, o rapaz tem uma desenvoltura bacana no palco e consegue preencher sozinho os espaços da música, ora com o seu violão com alça de lantejoulas ou seja  descendo a mão na sua guitarra. Eu imaginei que uma banda completa fosse fazer falta mas acabou que foi completamente o oposto que aconteceu.

Bônus: Sondre Lerche tocando The Who

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O melhor sanduíche de presunto ever!

Há alguns dias que eu venho ignorando as reclamações do meu sistema digestivo em favor de um hábito alimentar um tanto pobre. Detalhes a parte, não tenho comido regularmente e nem nos horários como de costume. O resultado são enjoos e mal-estar diários que só contribuem pra tirar mais ainda a minha fome.

Até hoje, quando recebi um dinheiro extra do meu pai, junto com as minhas últimas economias que estavam na minha poupança no Brasil. A forma de comemorar a minha sobrevivencia pelas próximas semanas foi num sensacional SANDUÍCHE DE PRESUNTO DEFUMADO, ou, em bom americanês, pra vocês irem se acostumando, Smoked Ham Hoagie.

Ingredientes

Embora seja possível comer um sanduíche parecido com este em qualquer mercadinho ou pizza place da região, tenho certeza que nenhum deles se aproxima da saborosidade deste exemplo único que tive o privilégio de preparar e comer. Caso queira reproduzir esta maravilha em sua casa, tome nota. Você vai precisar de:

  • uma baguete de pão italiano
  • um tomate grande
  • um maço de alface verde
  • queijo suíço
  • presunto defumado
  • relish
  • maionese
  • queijo ralado
  • ketchup
  • azeite, sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo

  1. Antes de qualquer coisa, muito importante: lave as mãos antes de preparar o sanduíche. Feito isso, separe um pedaço da baguete equivalente a TRÊS PÃES franceses e o abra ao meio.
  2. Forre a superfície interna do pão com o presunto e o queijo de modo que o queijo recubra totalmente a área ocupada pelo presunto, garantindo assim maior suculência. Se na aldeia onde você mora não tiver queijo suíço, recomendo que compre pelo menos provolone e nada menos que isso.
  3. Coloque o pão num forninho elétrico ou a gás para tostar. O tempo varia de acordo com o modelo do seu forno. E não se engane, se o pão tostar um pouquinho a mais do que o normal, não se preocupe, dá um sabor todo especial à obra.
  4. Enquanto isso, vá cortando o tomate. Junte com o alface  numa quantidade duas vezes maior do que a que você supõe que o pão seja capaz de acomodar e tempere com sal e azeite a gosto.
  5. Depois de retirar o pão já tostado, e com o queijo totalmente derretido, de dentro do forno, acrescente um pouco de maionese, relish e queijo ralado. Salpique um pouco de pimenta para dar gosto.
  6. Adicione por fim o alface, o tomate e um pouco de ketchup para realçar o sabor do tomate.
  7. Por último, e não menos importante, use toda a sua destreza e feche o sanduíche delicadamente para não expulsar o conteúdo pelas laterais do pão.

Devo salientar que a foto acima não faz jus a magnificência deste incrível matador de fome esmagador de criancinhas. Se por acaso eu conseguir reproduzir a receita nos próximos dias, prometo uma foto melhor.

Update:

Como prometido, refiz o sanduba e então aí está, mais uma foto para o seu deleite visual pra vocês ficarem com água na boca.
Ler o resto desse post… ‘O melhor sanduíche de presunto ever!’

Algumas toneladas mais leve

Depois de muito tempo — mas muito tempo mesmo — acorrentado ao mandigo, tema que usava no blog até então, resolvi que estava na hora de fazer uma mudança por aqui.

O mandigo me serviu por bastante tempo mas nas últimas semanas comecei a achá-lo carregado demais. Foi procurando por um tema mais limpo que eu descobri que o Wordpress 3.0, que está para ser lançado em breve, trará um novo tema padrão, Twenty Ten.

Como não deu pra aguentar até o lançamento do tal, continuei procurando e descobri outro belíssimo tema; o K2 — se eu não mudei novamente de tema no futuro — é basicamente o que eu estava procurando.

Ainda faltam alguns ajustes aqui e umas modificações ali mas acho que já dá pra ter uma ideia de como o blog será daqui pra frente.

E vocês, o que acharam? Ficou melhor, piorou ou tanto faz? Comente.

RIP velho dias normaisRIP velho dias normais.

Primeiros traços e o que eu vesti hoje

Seguindo a ideia que a Manoella postou no blog dela, resolvi fazer a minha versão do que eu estou vestindo hoje aproveitando, claro, para praticar um pouco mais na tablet que eu comprei há algumas semanas atrás, uma Intuos 4 Small da Wacom. No site diz $229 mas eu paguei $199 na BestBuy.

Ilustração

Ah sim, o programa que eu utilizei foi o Corel Painter Sketch Pad 2010 que é uma versão mais light do Painter X.

Depois da neve vem a pá

Eis a parte chata depois da neve:

Inverno, ou, inferno branco

Rua em South Philly coberta de neve.

Essa foto foi tirada no último sábado, dia 6. A meteorologia promete mais umas 20 polegadas de neve para hoje e amanhã.

Aham, adoro neve.

Update:

Taí um vídeo que eu gravei hoje (10/01) com a câmera do celular.

Um post sobre comida

Segunda-feira, depois de sair do estágio sem ter comido nada o dia todo, resolvi passar num restaurantezinho chinês que tem perto do escritório.

O lugar é um restaurantezinho que só faz entregas. Ao entrar, vejo um cara no balcão tentando fazer o seu pedido pra mulher que tava atendendo; ela falava um inglês com sotaque que eu mesmo me recusei a tentar entender.

Uma coisa peculiar por aqui, principalmente em restaurantes orientais, é que não há um mísero item que lembre algo que eu já tenha comido no Brasil. A ideia não é comer a mesma coisa mas pelo menos entender o que raios é cada coisa no menu, já que a explicação é quase nula e não há figura alguma pros desavizados.

Fiz meu pedido e paguei com uma nota de $20. Depois de esperar uns bons 10 minutos botei a sacola de baixo do braço e corri pra casa.

Colocaram nem um biscoitinho da sorte. Vagabundos.

Enquanto isso, no Brasil…

Olá amigos, como vão? Aqui vai tudo bem, obrigado.

A maioria de vocês conhece a Campus Party, né?


(Se não, finja que tá entendido  e corre aqui http://www.campus-party.com.br/)

Então, ano passado eu fui a São Paulo participar do evento pela primeira vez e lá eu conheci várias pessoas legais, assisti a várias palestras, turistei, tomei cerveja com amigos, fiz vários contatos profissionais, tirei foto com famosos E AINDA tive a oportunidade de apresentar o projeto do meu grupo de Multimídia I, o Localizador de Amigos, numa área chamada CP Labs.

Foi uma experiência bem legal porque havia toda uma bancada de experts e empreendedores pra avaliar os projetos. E só tinha projeto FO-DA.

INFELIZMENTE, como nesse ano eu tou aqui na terra do sanduíche, não poderei ir a esse evento tão bacana MAS fiquei sabendo pelo Twiter que tem uma turminha legal da comunicação da Ufes que tá embarcando nessa.

Até agora não fiquei sabendo de ninguém do design Ufes que vai participar. Certeza que tem muitos projetos legais no curso que poderiam aparecer por lá.

Onde diabos está o Saulo?

New York, New Jersey, Nevada… já me perguntaram se eu estou em cada um esses lugares e embora eu tenha ficado apenas dois dias em NY, quando cheguei aos Estados Unidos, não cheguei nem a ir a New Jersey e sequer pisei em Nevada.

Enfim, estou nem mais nem menos na terra do Cheesesteak, dos Hoagies, do famoso Liberty Bell, dos Eagles — não a banda mas o time de futebol americano — e do Wawa. Estou falando da sempre ensolarada chuvosa Philadelphia que ao contrário do que você possa imaginar não é a capital da Pennsylvania. Pois é, essa eu também não sabia.

Casa em Drexel Hill

E essa casa aí é onde eu tou ficando agora, num lugar chamado Drexel Hill.

It’s all about seeing with mind wide open

Sometimes, when you think you get the idea about a place you know a lot; you just realize that you don’t. Even when you know that place for years you still wouldn’t be able to picture or simply describe it. Sure you have feelings for that place but you couldn’t tell what, could you?

Then you move away to a totally different place and everything looks fresh and new and exciting. There are lots of people, lots of things you’ve never seen before, you know, so you start trying to understand this whole new world in which you’re in.

There are you — all full of ignorance. By the time you start to look around there’s this little piece of time, this little sparkle of a moment in which things are just things and places are just places. You don’t know anything, you haven’t given anything a value or attribute and you’re open for everything.

Later you’ll figure out that nothing’s new, nothing’s different — your mind is.

And when you remember your old place you see that’s not the same anymore. It changed. Changed because YOU changed.

And this, my friends, changes everything.

The Third & The Seventh from Alex Roman on Vimeo.

Tip: watch it in fullscreen HD.

5 motivos pra você estudar na Ufes

Cardápio do RU da Ufes

Segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira. Tudo isso por apenas R$1,50.

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Esse post não estaria aqui apenas para falar do inegavelmente excelente cardápio que o RU da universidade tem servido diariamente. Seria legal, entretanto, se eu pudesse aqui elogiar com as mesmas palavras e entusiasmo os diversos projetos culturais e de pesquisa que são incentivados, as inúmeras salas adequadamente limpas e confortáveis onde estudamos, guiados por uma belíssima e sempre precsecnte equipe de professores.

Sem falar dos modernos laboratórios em que pesquisamos e produzimos, mas, acima de tudo, do respeito com que somos tratados por esta instituição.

Sem falar de nós mesmos.

Lots of different reasons

Why did you go?
Lots of different reasons,
So many, you can’t even count.