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Arquivos de setembro, 2010

Scratch, scratch, squeak, squeak

Na aula de Design Computacional da semana passada, a turma fez os primeiros experimentos usando o Scratch. Começando com coisas básicas como triângulos, quadrados, hexágonos, escrevendo nossos próprios nomes e etc.

A ideia é que, basicamente, lá no final do período tenhamos um jogo/aplicativo feito para crianças e que possamos testá-lo.

É possível que também vejamos algo sobre Processing. Inclusive, já na vibe de botar a mão na massa, o Marquito e eu começamos a fazer um encontro a cada 15 dias para pegar o costume com a linguagem e produzir algumas coisas. Abri um fórum no site do DesignCamp Vitória chamado Processin6, que será o ponto de encontro onde poderemos discutir e postar o que for sendo feito.

Por último, instalei aqui no laptop o Squeak, que é uma implementação do Smalltalk. E antes que comecem a me xingar por estar falando coisas absurdas e difíceis, vai aí uma explicaçãozinha:

Em português claro, o Smalltak é uma linguagem de programação totalmente orientada à objeto e que influenciou (e continua a influenciar) diversas linguagens de programação como Ruby, Python, Java, Objective-C e, inclusive, o próprio Scratch que, aliás, é feito em Smalltalk, hehe — e fica claro as semelhanças entre as linguagens.

Ainda, segundo a Wikipedia:

[No Smalltalk] Os programadores definem classes de objetos em suas aplicações para imitar (ou simular) o mundo real. Estas classes de objeto são organizadas hierarquicamente, de modo que seja possível fazer novos objetos com características de outros objetos, com poucas mudanças.

Voltando, o conceito é um tanto pegajoso pra ser explicado num post então, como sou tão noob no assunto quanto qualquer um, tenham paciência comigo!

O Squeak é na verdade uma implementação do Smalltalk e foi originalmente desenvolvido por caras como Alan Kay, que é responsável por muitas das metáforas de interface gráfica que conhecemos.

Qualquer semelhança com o Mac OS não é mera coincidência.

Além do ambiente de desenvolvimento, no Squeak você tem uma máquina virtual ESCRITA em Squeak. O próprio sistema operacional, por assim dizer, como tudo no Smalltalk, é um objeto com o qual você pode interagir e programar, o que é uma coisa muito louca de se pensar, pelo menos pra mim.

D-tapes #1 — Acordar cedo é um saco… mas pode melhorar

Segundas são um saco, acordar cedo é um saco… mas pode melhorar e, ok, se essas músicas não te colocarem de pé num instante, nem um litro de mate vai.

Do rockzinho grudento de A Million Ways (que como sempre tem um clipe com dancinhas sensacionais) passando por Throwin’ Shapes que pra mim é a melhor música pra ouvir fazendo exercícios e chegando em Forced to Love que, se tocasse numa festa da Antimofo, definitivamente colocaria abaixo as estruturas do Centenário.

Playlist

  1. Yeah Yeah Yeah – New Politics
  2. A Million Ways – Ok Go
  3. Phantom Punch – Sondre Lerche
  4. Flathead – The Fratellis
  5. Fireworks – Polock
  6. Throwin’ Shapes – Minus the Bear
  7. Forced to Love – Broken Social Scene
  8. Commerce, TX – Ben Kweller
  9. The Way You Wear Your Head – Nada Surf
  10. Trinity – Paper Tongues

Ouça aí

Dias Normais apresenta: Hemorragia Sessions #01

Apesar de eu não cantar uma nota afinada sequer, não tocar um riff completo no violão sem errar e possivelmente sofrer de algum grau de amusia, a partir de hoje começa aqui no blog o temível Hemorragia Sessions.

A cada semana postarei uma música que inundará de sangue os ouvidos dos queridos leitores que acidentalmente clicarem no botão do player abaixo. Essa semana, começo especialmente com um pequeno pedaço de amusiacore.

Prepare o algodão, aproveite e não se esqueça de me incentivar para gravar a hemorragia da semana que vem na caixa de comentários.

Hemorragia Sessions #01

É importante saber

Coisas que eu quero e coisas que eu gosto

Duas das coisas que são importantes saber: o que você gosta e o que você quer; e tem uma terceira, que eu ainda não sei o que é.