Todos os dias vemos centenas de marcas novas e antigas. Todos os dias nós as vemos e em todos os cantos possíveis e imagináveis elas estão lá, marcando e demarcando.
Marcas que precisam ser lembradas por nós para funcionarem e, conseqüentemente, para vender, comunicar e funcionar propriamente como uma, resultado da simplificação de conceitos numa linguagem meramente visual e estilizada.

Na imagem acima temos vários soluções gráficas bem interessantes que poderiam muito bem ser logos de diversas empresas multinacionais, certo? Mas quais seriam elas? E qual seria o conceito de cada uma delas? O que representariam?
A bem da verdade, as figuras acima são apenas as bandeiras de algumas das capitais japonesas. Sim, são bandeiras de cidades japonesas1. Não me pergunte o nome dos designers que as desenharam porque eu não sei – como saberia? -, mas aposto que você nunca imaginaria isso, vai dizer. Ao menos que você fosse uma mistura de oriental com índio, ai tudo bem.
Entretanto, é importante dizer que cada um desses símbolos possui sim um conceito por trás fazendo as devidas ligações com a língua e com os elementos da cultura nipônica. Várias delas são representações altamente estilizadas de kanjis, katakanas e hiraganas, os quais estão intimamente ligados aos simbolos heráldicos – ou seja, a representação de brasões – japoneses, chamados de Mon.
1 Dica do Deadcrow.


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Muito bomm Blude!!! Desfecho incrível!
Olha vale lembrar que, não há marca se não há produto!
Abs Blude