Archive for September, 2008

Falta menos de uma semana UM MÊS para o TIM Festival desse ano e devo dizer que não estou nem um pouco animado para o concerto, quanto mais para fazer o meu “famoso” lineup alternativo do TIM Festival.

As atrações realmente estão uma bosta, pra falar a veradade. A exceção, na minha opinião, é o nigga motherfucker Kanye West que ganhou meu respeito logo de cara na primeira vez que assisti ao clipe da música Flashing Lights. Ignorante demais, puxa vida.

Mas nem a pau que eu pagaria 250 conto. Tá certo, seria R$125 porque sou estudante, mas mesmo assim. A propósito, a melhor coisa do TIM Festival em Vitória é a vantagem de que aqui o precinho dos shows é beeem camarada: 60 pila cada noite, contra 150 da versão paulista.

Se eu pudesse, eu iria em todos os dias, só que ao contrário do ano passado que eu fui exclusivamente para o show da maravilhosíssima Cat Power, esse ano eu pretendo ir mais pela música em si do que qualquer outra coisa. Por isso, penso seriamente em comprar o ingresso para o segundo dia das apresentações que terá no palco Siba e Gogol Bordello.

O Gogol Bordello eu já conheço de outros carnavais, ou melhor, conheço do Coachella desse ano, um dos maiores festivais de música do planeta, no meio do deserto! Meu pai costuma contar as histórias dele sobre os festivais de música de Alegre que ele foi quando era jovem, os acampamentos e as loucuras Woodstock-style, salvaguardado as devidas proporções.

Mas eu, bem… eu passei o fim-de-semana inteiro assistindo à transmissão do festival pela internet, com MUITAS bandas fodas - o lineup do festival não mente - e o Gogol foi uma banda que eu ainda não conhecia e que foi uma das que me chamou mais a atenção, sobretudo pela originalidade e energia. Já o Siba é um cara desconhecido para mim, vindo lá do Recife, e pelo background que o cara tem, dá para esperar que o show seja no mínimo interessantíssimo.

As outras bandas não são ruins, mas sei lá, não me parecem tão interessantes e diversas - ou pelo menos são bandas menos incomuns.

O MGMT por exemplo, eu acho que poderia trocar por outro grupo do mesmo calibre - sem todo o hype chato em cima - como por exemplo o sensacional Beirut, que sim, tem estilo totalmente diferente, mas que é tão bom quanto aquele sanduíche cremoso do Habib’s.

Já o The National me pareceu um tanto quanto chatinho logo de começo, meio metido a darkside e tal, mas até que tem toda uma atmosfera bacana numa pegada indie post-punk à la Interpol.

Mas o que realmente não me agrada de jeito nenhum nesse festival é o tal do Klaxons e do The Gossip. Fala sério, mais puro hype non-sense chato. Trocaria ambas pelo dupla mega ofuscante Justice - que também se apresentará logo nesse fim-de-semana - e morreria feliz de tanto dançar.

O show começa sábado, dia 27, e termina segunda-feira, dia 29, e os ingressos já estão a venda no Teatro da Ufes por R$30 a meia para estudantes e R$60 a inteira. »

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Até pouco tempo, a internet era um meio cujo acesso se restringia apenas aos computadores pessoais conectados com seus lentíssimos modens dial-up - aqueles mesmo que faziam um barulho engraçado na hora de conectar. É, pois é, era necessário se conectar à internet. Hoje em dia não só estamos conectados 24h/dia como também em qualquer lugar.

Mas então, muito foi dito sobre a web ser um meio responsável por isolar as pessoas, diminuindo os contatos sociais entre os indivíduos em favor da virtualização.

Entretanto as coisas mudaram e a web 2.0 apareceu para nos salvar da própria internet que, a essa altura do campeonato, parecia ser a vilã das grandes mídias que ainda dominavam a comunicação. Hoje vivemos a retribalização da internet: estendemos nossas vidas para a convivência virtual com milhões de outras pessoas no mundo todo. Expomos fotos, textos, músicas, sentimentos e vontades nesse emaranhado de informações que vai se acumulando, assim construímos nossa sociedade virtual a través dessa incrível rede.

A despeito da facilidade de comunicação e aproximação de pessoas proporcionada pela web, ainda reside no homem o instinto de se encontrar pessoalmente com outros membros de sua espécie para realização de atividades sociais, afinal de contas, não vai ser agora que o homem, milhares de anos depois de ter saído da caverna, vai resolver voltar para lá, se é que me entende. E mesmo que volte, sabemos que é apenas por um motivo natural.

Enfim, podemos perceber que existe uma lacuna a ser preenchida entre a internet e a “vida real”, por assim dizer. Uma lacuna que permite aproximar as pessoas para um convívio pessoal de encontros e desencontros do dia-a-dia.

Assim, como essas imensas bases de dados disponíveis em sites de relacionamento como Orkut e Facebook poderão nos ajudar a conhecer novas pessoas com interesses afins ou a encontrar amigos?

A resposta já está por aí, em algum canto do planeta, na internet, acessível a apenas alguns cliques, esperando para ser descoberta, desenvolvida e compartilhada.

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Todos os dias vemos centenas de marcas novas e antigas. Todos os dias nós as vemos e em todos os cantos possíveis e imagináveis elas estão lá, marcando e demarcando.

Marcas que precisam ser lembradas por nós para funcionarem e, conseqüentemente, para vender, comunicar e funcionar propriamente como uma, resultado da simplificação de conceitos numa linguagem meramente visual e estilizada.

Na imagem acima temos vários soluções gráficas bem interessantes que poderiam muito bem ser logos de diversas empresas multinacionais, certo? Mas quais seriam elas? E qual seria o conceito de cada uma delas? O que representariam?

A bem da verdade, as figuras acima são apenas as bandeiras de algumas das capitais japonesas. Sim, são bandeiras de cidades japonesas1. Não me pergunte o nome dos designers que as desenharam porque eu não sei - como saberia? -, mas aposto que você nunca imaginaria isso, vai dizer. Ao menos que você fosse uma mistura de oriental com índio, ai tudo bem.

Entretanto, é importante dizer que cada um desses símbolos possui sim um conceito por trás fazendo as devidas ligações com a língua e com os elementos da cultura nipônica. Várias delas são representações altamente estilizadas de kanjis, katakanas e hiraganas, os quais estão intimamente ligados aos simbolos heráldicos - ou seja, a representação de brasões - japoneses, chamados de Mon.

1 Dica do Deadcrow.

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A minha biblioteca de música do iTunes possuí cerca de 6.360 mp3, ocupando pouco mais que 34GB do meu HD, o que dá, aproximadamente, 25.776 horas de música, que seria o equivalente a 38.664 644 (seiscentos e quarenta e quatro) discos de vinil girando à 33 1/3 RPM LPs e um EP.

Pois é, essa minha pequena coleção de músicas baixadas ao longo dos anos em programas como o Audiogalaxy, SoulSeek e rapidshares e torrents da vida é uma merreca - tanto em quantidade quanto em qualidade - perto da enorme coleção que Paul Mawhinney guarda em sua loja de discos. O cara é simplesmente dono de uma coleção de 3 MILHÕES DE DISCOS, mané. Isso é disco pra dar e vender. É tanta bolacha rara que grande parte do acervo do cara não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo.

O documentário The Archive mostra a paixão e a dedicação de Paul pela música durante toda sua vida, como ele fez para chegar a esse número obsceno de discos e o que pode acontecer com esse patrimônio da música. O documentário é inglês e sem legendas, mas dá para assistí-lo de boa mesmo se o único inglês que você conhece é o molho inglês.

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The Archive from Sean Dunne on Vimeo.

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Poder acessar a internet de qualquer lugar é o sonho de qualquer antenadinho de hoje em dia. Até eu que não tenho NENHUM aparelho móvel com conectividade wireless é tentadora a possibilidade de checar e-mails, ver pornografia e enviar Pokes para as pessoas no orkut fora de casa.

Só tenho um router wi-fi em casa e que serve para que a minha irmã possa se conectar a internet sem ter aquele monte de fio azul escroto pelos quartos, e ainda passar raiva quando os servidores DNS começam a não funcionar e a única coisa que funciona mal e porcamente é o MSN.

Embora o wi-fi não seja uma solução que permita acesso real à internet de QUALQUER lugar, em compensação é a mais prática e barata. Basta você ter um computador ou gadget com conexão wi-fi e acesso a um hotspot livre.

Hot Pocket, não é hotspot, viu? E tem gordura trans.

Se você não sabe o que é hotspot, ai vai a dica: alguns estabelecimentos disponibilizam acesso grátis para seus clientes, mas que na maioria das vezes acaba sendo utilizado por algum aficionado em busca de sinal de rede livre em seu iPod Touch. Reconhecer um desses lugares pode ser difícil para um leigo, mas não para um blogueiro com olhos de águia em busca de routers estrategicamente posicionados. Então, geralmente eles são identificados da seguinte forma:

Como dá pra ver, o símbolo acima diz que o local possui acesso wi-fi grátis. Agora, por favor, se você caiu aqui porque não sabe nem como conectar via wifi, tente procurar no Google. Opa, você chegou aqui pelo Google, né? Hehehe.

Lugares que tem acesso wi-fi, você pergunta? Em se tratando da província capixaba, não são muitos: Shopping Vitória, restaurantes chiques da Praia do Canto, McDonald’s, Redetronic Plus (em frente à Ufes), cafés badalados, Starbucks (em Vitória? vai sonhando…) e vejam só, no Parque da Pedra da Cebola! Isso mesmo, quero dizer, em teoria.

Foi assim: estava eu muito bem acompanhado e tendo uma tarde de sexta-feira bastante agradável no parque, quando vi dois sujeitos com laptop + Palm vagando pelo parque. Eles passaram perto de mim rapidamente e um deles soltou a frase “Aê, pode trazer seu laptop que agora dá pra acessar internet no parque”, ou algo assim.

Fiquei tão surpreso com a notícia que nem tive tempo de perguntar nada pros caras que já haviam desaparecido. Corri então pro celular pra anunciar a novidade no Twitter. A idéia de internet sem fio de graça em locais públicos eu já conhecia, mas estava restrita inicialmente aos bairros de Jardim Camburi e Ilha das Caieiras.

Pra tirar a dúvida fui lá hoje novamente. Infelizmente o parque estava fechado para manutenção, mas da entrada era possível pegar um sinal de rede um tanto quanto suspeito: PMV.PQCEBOLA - sugerindo Prefeitura de Vitória, blablablá, deu pra sacar? - O pior: bloqueado. Nem com intervenção divina foi possível atingir o 6° sentido, visão na velocidade da luz e uma mísera conexão com a internet.

Alguém com maiores HABILIDADES, por favor, poderia mandar um e-mail para a prefeitura e pedir a maldita senha, if you know what I mean. Eu não tenho laptop mesmo, nem sei porque me preocupo tanto com essas coisas. Mas se você tem, não perca a oportunidade de poder assistir à muitos vídeos no YouTube enquanto pega aquele delicioso sol matinal no parque.

Basicamente, ao contrário do que eu afirmei logo no início do post, eu tenho sim acesso a internet de qualquer lugar. Já cheguei a postar uma foto no Flickr, tirada na câmera do meu celular, diretamente do pico do Goiapabo-açu - ou seja, no meio do mata -, num frio do cacete, via celular. Até eu me surpreendo com essas coisas, às vezes.

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