Finalmente de volta para casa, as coisas começam a voltar aos eixos. A viagem para Belo Horizonte foi bem proveitosa. Fiz (quase) tudo que queria fazer e de quebra ainda conheci várias pessoas legais por lá.
Digo que fiz quase tudo que queria por um simples motivo: andar pelas ruas do centro pode ser fácil, isso se você tiver consigo um mapa. Vamos a alguns fatos que marcaram a viagem:
- Belzonte é uma cidade bizarra, ponto. Como tal, seus habitantes também são igualmente bizarros. Não que isso seja ruim, não na maioria dos casos, mas por vezes cheguei a passar por situações inusitadas com taxistas declarando que maconha e farinha não são drogas “pesadas”. Outra coisa interessante é que algumas pessoas se vestem de forma incrivelmente engraçada e fashion, tipo que até parecem que saíram direto de uma loja do Pátio Savassi.
- É bom andar com um mapa bem básico das ruas. Apesar do centro da cidade ter sido planejado, os nomes das ruas costumam confundir um pouco e pode-se poupar um tempo e esforço enorme pegando um caminho mais simples que não dependa de uma avenida principal. Mas para aproveitar todo o potencial mesmo da cidade é bom ter um bom guia da cidade, com os principais pontos culturais, praças e museus. Os taxis de Belo Horizonte funcionam muito bem e sempre tem um por perto quando se precisa, mas aprender a pegar um ônibus é muito mais em conta para a maioria das situações.
- Um quarteirão da Savassi tem mais barzinhos, restaurantes e cafés do que a cidade Vitória inteira. Vale a pena andar a pé por lá para conhecer os cantinhos mais escondidos, além de sair por aí catando cartões de visitas de lojas e brechós. Há uma deliciosa loja de doces chamada Lalka que vende umas balinhas de maçã que são ótimas, além do chocolate, é claro. Beagáenses também dão muito valor a um bom barzinho e não exitam em levar um convidado de fora pra conhecer os points da night mineira.
- Come-se e bebe-se muito bem em BH, entretanto, paga-se mais por isso também. No Soho Pub, há vários joguinhos daqueles que jogávamos quando criança. Paga-se R$1,50 por pessoa para poder jogar os jogos. A Lisie me levou no café Status, um lugar bem legal e cheio de livros, discos e que tem música ao vivo. O couvert era do artista era de 10 reais, mas a gente não pagou. É bom prestar atenção nos lugares que oferecem música ao vivo, porque se você quiser, não é obrigado a pagar o couvert artístico. Sinceramente, se minha condição financeira fosse melhor, eu pagaria de boa, por que o lugar é mesmo demais.
- Quando até Geraldo Magela, o Ceguinho do programa A Praça É Nossa do SBT, se candidata a vereador, nada mais poderia impressionar. Quase nada:

- Fazer compras nos mercados populares, como no Mercado Central, no Shopping Oi e na Feira Hippie, é uma tarefa praticamente impossível para um ser humano, principalmente se esse for do sexo masculino. A quantidade de mercadorias por metro quadrado é tão grande que fica impossível conseguir a atenção voltada para uma coisa só. Coisa muito diferente disso é uma loja mais requintada, tipo uma Apple Store, na qual existeESPAÇO VAZIO, EM BRANCOentre um produto e outro e a cabeça tem um tempo pra descançar as vista, puta que pariu.
Update importantíssimo: quando estiver viajando, seja em qualquer cidade, fuja do celular. Se possível, nem ligue-o. Ligações interurbanas são caríssimas. A melhor solução é comprar um cartão de telefone público. Se não for suficiente, ainda há a opção de comprar um chip pré-pago, desses que são vendidos até em bancas de jornal, e usá-lo. Vai sair mais em conta ainda, mesmo jogando-o fora depois, pode acreditar. Meu bolso que ainda não quer acreditar, malditos filhos da mãe.







hahahah, eu trabalhava na status!
legal saber que alguém que eu leio já foi no meu local de trabalho!
bjos