dias normais

revolve?


Arquivos de junho, 2008

Fazendo arte, videoarte

Olá meus queridos, desculpem a demora por atualizações, mas é que enquanto eu não estou aqui no blog escrevendo bobagens ou no Twitter falando do meu dia, eu faço outras coisas interessantes, ou não.

A última peripécia em que me envolvi foi o vídeo abaixo, trabalho da disciplina de Vídeo I da faculdade. Trabalhei com minha colega Amanda Nascimento, que deu as idéias para o roteiro e operou a câmera quando eu estava em cena, óbvio. A gravação aconteceu numa tarde e durou cerca de meia hora, já a edição foi feita em dois dias usando o Adobe Premiere Pro CS3, em mais ou menos 6 horas.

O vídeo fala mais ou menos sobre percepção. Que idéias estão surgindo na nossa cabeça agora?

Tentamos estimular a percepção do espectador a ter algum tipo de curiosidade sobre alguma coisa que não é vista e que na verdade não existe – e o comportamento ridículo durante o processo de criar isso.

Flip book é pros fracos

Eu sei que prometi há alguns dias atrás um post explicando como fazer um flip book e tals, mas acabei enrolando. Muito bem, não importa porque depois desse vídeo que meu caro amigo Olde me passou, percebi que aquilo era coisa para os fracos. Quero dizer, também não né, mas pra falar a verdade eu nunca tinha visto nenhuma animação explorando este tipo de técnica como o do vídeo abaixo.


Animated Optical Illusions book.

As imagens em movimento são conseguidas através do efeito Moiré, que é basicamente quando duas grades são sobrepostas em ângulos próximos ou em padrões parecidos.

Outro exemplo de Efeito Moiré

Roteiro para um vídeo

Três amigos estão sentados na grama num show de rock.

amiga 1: “ó, vou terminar o vinho.”
amiga 2 toma o vinho das mãos da outra: “deixa EU terminar o vinho.”
amiga 2: “Saulo, você quer terminar o vinho?”
Saulo faz que sim com a cabeça e termina o vinho.

fim.

Créditos:
Roteiro: Bia, Pétala e Saulo.

Eu só queria comprar pilhas novas

Fazer compras não é uma das coisas mais inspiradoras ou tranqüilas de se fazer num dia normal. Talvez se algum dia eu me lembrar de levar meu iPod com a discografia do Pink Floyd para fazer compras comigo, a experiência passe de entendiante para viajante num piscar de olhos. Mas se eu tivesse seguido as dicas de limpeza de casa do blog do Solteirão, não teria ficado filosofando sobre qual marca de desinfetante limpa mais do que as outras.

Acontece que eu não entendo nada de limpeza mesmo, então o jeito foi tirar uma média aritmética de preço, quantidade, design de embalagem e marca pra escolher a maioria das coisas que fui colocando no carrinho, menos, é claro, aquele tipo de coisa que eu conheço bem, como uma cervejinha da Heineken pra beber no fim-de-semana.

Chego ao caixa no final das compras já querendo sair correndo e empurrando o carrinho rampa à baixo do supermercado como se estivesse fugindo, mas ainda teria de passar os produtos para pagá-los. Enquanto isso, nos minutos em que esperava na fila e colocando os produtos na esteira, ao redor do caixa haviam centenas de pequenos produtos estrategicamente posicionados para chamar a atenção de qualquer incauto da forma mais impregnante possível, como se fossem a sua irmãzinha mais nova te puxando pela barra da calça e pedindo para comprar o picolé da Hello Kity enquanto você tenta resolver um complexo cálculo matemático de subtração para saber se o dinheiro ainda dá para comprar um pacotinho de M&M’s. Não importa se você não precisa da parada, se você por descuido encará-la por mais de 2s acabará a comprando.

Eu tava precisando de 2 pilhas palito novas pro controle remoto do set-top box (famoso “aparelhinho”) da NET, então comprei um conjunto com 4 pilhas.

Pilhas palito Rayovac com vasilha de plástico

Bom, as pilhas não me serviram de muita coisa pra falar a verdade, já que por motivos gravitacionais da Terra nenhum dos dois controles-remotos que tem aqui em casa estão funcionando direito. Mas pelo menos agora eu tenho essa “recipiente” de plástico branco aí da foto, que acreditem vocês, veio junto com as pilhas.

Sinceramente eu não sei por que diabos alguém pensou em colocar uma vasilha dessas junto com um pacote de pilhas, seria tipo pra guardar as pilhas depois de usadas dentro da parada ou eu estou viajando demais e não considerando que esse possa ser apenas uma recipiente ordinário mesmo?