Se o Capitão Nascimento fosse designer?

Designer também tem que matar um leão por dia para sobreviver, assim como o capitão. O que ninguém sabe é que, na verdade, o capitão já foi diretor de arte numa agência de design do Rio de Janeiro.

Enfrentando vários micreiros, gráficos e sobrinhos, na luta contra a violência contra as marcas e logotipos Photoshopados e cheios de degradês. Seu batalhão era conhecido como o C.R.O.P. – Comando de Rafes Orientado a Projeto – e o lema da sua equipe era: Lápis no papel e nada no Corel.

Nos treinamentos, o Capitão Nascimento precisava encontrar um substituto para o comando. Foi ai que ele conheceu a Aspira Sandra Medeiros, a qual tinha um amplo conhecimento de tipografia e produção gráfica, além do pulso firme e caráter incorruptível.

Assim, depois de um longo treinamento na ESDI, a franzina senhora se tornaria a Capitã Medeiros: temida por uns, odiada por outros e adorada sabe-se lá por quem.

Hoje, Sandra é professora na Ufes e pode ser encontrada no Cemuni IV lecionando gráfica e tipografia, sendo este que vos escreve, grande fã de seu trabalho.

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