dias normais

revolve?


Arquivos de outubro, 2007

TIM Festival Vitória

Ótima noite com duas grandes apresentações no segundo dia do TIM Festival Vitória: Cat Power and Dirty Delta Blues e Cirkus com Neneh Cherry, difícil escrever sobre, até porque fui ao show sem conhecer muito bem o som das duas bandas, mas vamos lá.

Chan “Cat Power” Marshall foi a primeira a se apresentar, lá pelas 20h40. Já no começo, a “gata” mostrou sua animação dançando, pulando e gingando – será daí o nome Cat Power? – no palco, toda sapeca sob uma meia-luz tênue. Aliás, ela foi bem exigente e queria que estivesse tudo perfeito! Soltou até um “fuck” no meio de uma das músicas.

Cat Power
:wub:

O vozeirão deixava bem claro o poder que ela tinha, mesmo com toda sua “fofurice”, e pra balancear o samba, uma ótima banda mandando ver com tudo que tinha direito. O som variou bem entre o blues, o folk, o rock, o indie e o soul; músicas calminhas e outras mais animadas, pra balançar os pés – e com uma puta batera opressora na pegada, fazendo o corpo remexer até mesmo nas poltronas.

E para mim que estava um tanto tímido no primeiro show, não me contive e fui para a frente do palco para ver o cirKus com Neneh Cherry de pertinho. Não mais que uma palavra pra explicar o show: unble-fuckin-livable. Foi surpreendente, emplogante, dançante e todos os et cetera e tais, uma sinestesia de sons, rítmos, melodias e batidas. O vocalista no comando do MacBook Pro, tinha maior jeito de nerdão e a Neneh Cherry, pourra-louquisse total. Juntos, mandaram ver, conversaram com a galera com direito à menção de George Bush como asshole. Acho que quem mais curtiu o show, além do público, foram eles mesmo.

Neneh Cherry
Desce até o chão, ordinária!

Pra finalizar, fizeram um cover de Old Man do Neil Young. Coisa linda, sério.

Feist? Nem fez falta. E assistir ao show “sem companhia”? Bom, acho que a melhor companhia, quando não se tem ninguém, é você mesmo e nunca se está sozinho quando se tem tanta gente ao redor para conhecer e outras tantas no coração pra lembrar.

Tipo de Elite

Tipo de Elite - Starring Sandra Medeiros

Catado diretamente do laboratório de informática da Ufes. Feito pelo David.

Se o Capitão Nascimento fosse designer?

Designer também tem que matar um leão por dia para sobreviver, assim como o capitão. O que ninguém sabe é que, na verdade, o capitão já foi diretor de arte numa agência de design do Rio de Janeiro.

Enfrentando vários micreiros, gráficos e sobrinhos, na luta contra a violência contra as marcas e logotipos Photoshopados e cheios de degradês. Seu batalhão era conhecido como o C.R.O.P. – Comando de Rafes Orientado a Projeto – e o lema da sua equipe era: Lápis no papel e nada no Corel.

Nos treinamentos, o Capitão Nascimento precisava encontrar um substituto para o comando. Foi ai que ele conheceu a Aspira Sandra Medeiros, a qual tinha um amplo conhecimento de tipografia e produção gráfica, além do pulso firme e caráter incorruptível.

Assim, depois de um longo treinamento na ESDI, a franzina senhora se tornaria a Capitã Medeiros: temida por uns, odiada por outros e adorada sabe-se lá por quem.

Hoje, Sandra é professora na Ufes e pode ser encontrada no Cemuni IV lecionando gráfica e tipografia, sendo este que vos escreve, grande fã de seu trabalho.

De mudança

O caos já tomou conta do apartamento inteiro: sim, estou de mudança. Vou morar num 2 quartos bacanoso até, com vista para o mar, só eu e minha irmã. A promessa do meu pai é computador novo, quarto novo, vida nova e etc. É esperar pra ver.

Enquanto isso, vou encaixotando as coisas e as lembranças – boas ou ruins – e os posts que estavam quase prontos terão que ser adiados um pouco mais.

Sorte pra mim, que eu não perca nada no meio do caminho. É aqui perto, aliás.

Review Sony Ericsson W200 Vivo

Há muito tempo que eu venho querendo comprar um celular decente. Há mais ou menos 2 anos, quando eu ainda tinha meu Motorola T190 – o popular Oi MTV – eu sonhava com o Motorola E398. Na época, a minha noção de tecnologia parecia ser um tanto quanto antiquada ou vai ver as coisas não eram tão modernas assim quanto pareciam.

O certo é que o tempo passou e tudo que eu consegui foi um tosquíssimo Siemens AL21. Bonitinho até, mas seco, enxuto, sem função extra alguma, além daquelas básicas usadas para telefonar. Por azar – ou sorte – o aparelho veio com vários problemas de fábrica no LCD e outras coisas que o faziam ser pior do que parecia ser, como péssima duração de bateria, além do atendimento da Claro que demorou meses até resolver a situação – mas que pelo menos foi resolvida. Fato engraçado é que um dos motivos que me fizeram ir para a Claro foi uma campanha publicitária veiculada no verão de 2005 com um jingle que me sensibilizou:

Claro que você tem mais, com a Claro, cobertura GSM…

Mas enfim, desta vez planejei melhor, pesquisei mais e pedi opiniões de amigos. Primeiro defini o modelo que gostaria de comprar: o Sony Ericsson W200 – apesar das várias críticas que encontrei em algumas reviews – que levam em conta a visão de usuários avançados -, acabei decidindo por ele mesmo devido a um importante fator: custo x benefício. Pesquisei em vários sites da internet mas o lugar que eu encontrei pelo menor preço e com as melhores vantagens foi surpreendentemente – para mim – na loja da Vivo. Na ocasião, chegou a ser ofertado um Motorola W510 com câmera de 1.3mp e 256mb de memória, mas sorte a minha que não havia em estoque, porque os aparelhos da Motorola são um lixo na questão da interface, personalização, recursos e tudo mais!
Continuar a ler “Review Sony Ericsson W200 Vivo”

Banco das Bananas

Os 199 anos de fundação do Banco do Brasil foram comemorados com distribuição de pedaços de bolo e bananas para os clientes que buscaram atendimento na agência central, na Praça Papa Pio XII, no centro de Vitória. Foi desta maneira que o Sindibancários protestou contra a redução do número de caixas para atendimento ao cliente, nesta quinta-feira (11).

Será que o Ivo também saiu dando bananas por aí?

(Saiu no Gazeta On Line.)