Segunda-feira, depois de sair do estágio sem ter comido nada o dia todo, resolvi passar num restaurantezinho chinês que tem perto do escritório.
O lugar é um restaurantezinho que só faz entregas. Ao entrar, vejo um cara no balcão tentando fazer o seu pedido pra mulher que tava atendendo; ela falava um inglês com sotaque que eu mesmo me recusei a tentar entender.
Uma coisa peculiar por aqui, principalmente em restaurantes orientais, é que não há um mísero item que lembre algo que eu já tenha comido no Brasil. A ideia não é comer a mesma coisa mas pelo menos entender o que raios é cada coisa no menu, já que a explicação é quase nula e não há figura alguma pros desavizados.
Fiz meu pedido e paguei com uma nota de $20. Depois de esperar uns bons 10 minutos botei a sacola de baixo do braço e corri pra casa.
Colocaram nem um biscoitinho da sorte. Vagabundos.
Foi uma experiência bem legal porque havia toda uma bancada de experts e empreendedores pra avaliar os projetos. E só tinha projeto FO-DA.
INFELIZMENTE, como nesse ano eu tou aqui na terra do sanduíche, não poderei ir a esse evento tão bacana MAS fiquei sabendo pelo Twiter que tem uma turminha legal da comunicação da Ufes que tá embarcando nessa.
Até agora não fiquei sabendo de ninguém do design Ufes que vai participar. Certeza que tem muitos projetos legais no curso que poderiam aparecer por lá.
New York, New Jersey, Nevada… já me perguntaram se eu estou em cada um esses lugares e embora eu tenha ficado apenas dois dias em NY, quando cheguei aos Estados Unidos, não cheguei nem a ir a New Jersey e sequer pisei em Nevada.
Enfim, estou nem mais nem menos na terra do Cheesesteak, dos Hoagies, do famoso Liberty Bell, dos Eagles — não a banda mas o time de futebol americano — e do Wawa. Estou falando da sempre ensolarada chuvosa Philadelphia que ao contrário do que você possa imaginar não é a capital da Pennsylvania. Pois é, essa eu também não sabia.
E essa casa aí é onde eu tou ficando agora, num lugar chamado Drexel Hill.
Sometimes, when you think you get the idea about a place you know a lot; you just realize that you don’t. Even when you know that place for years you still wouldn’t be able to picture or simply describe it. Sure you have feelings for that place but you couldn’t tell what, could you?
Then you move away to a totally different place and everything looks fresh and new and exciting. There are lots of people, lots of things you’ve never seen before, you know, so you start trying to understand this whole new world in which you’re in.
There are you — all full of ignorance. By the time you start to look around there’s this little piece of time, this little sparkle of a moment in which things are just things and places are just places. You don’t know anything, you haven’t given anything a value or attribute and you’re open for everything.
Later you’ll figure out that nothing’s new, nothing’s different — your mind is.
And when you remember your old place you see that’s not the same anymore. It changed. Changed because YOU changed.
Segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira. Tudo isso por apenas R$1,50.
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Esse post não estaria aqui apenas para falar do inegavelmente excelente cardápio que o RU da universidade tem servido diariamente. Seria legal, entretanto, se eu pudesse aqui elogiar com as mesmas palavras e entusiasmo os diversos projetos culturais e de pesquisa que são incentivados, as inúmeras salas adequadamente limpas e confortáveis onde estudamos, guiados por uma belíssima e sempre precsecnte equipe de professores.
Sem falar dos modernos laboratórios em que pesquisamos e produzimos, mas, acima de tudo, do respeito com que somos tratados por esta instituição.
No último domingo eu recuperei mais ou menos 8 anos de atraso na minha vida em menos de meia hora. Minha vida na história e desenvolvimento de interfaces e sistemas operacionais, é claro.
O que aconteceu foi que eu resolvi de uma vez por todas largar o maldito Windows XP no qual eu me encontrava conformado para instalar a tão falada nova encarnação do sistema operacional da Microsoft, o Windows 7.
Vale lembrar que essa versão que eu instalei não é a *final* per se, mas sim uma versão pré-lançamento, ou, Release Candidate. É uma versão mais estável e com menos bugs que o beta mas ainda não é a oficial que estará a venda apenas no segundo semestre.
Para os apressadinhos que não aguentam esperar até lá, o sistema está disponível para download no site da Microsoft. Junto com o download da imagem de DVD você recebe uma chave válida até junho de 2010, o que dá tempo suficiente para alguém crackear eu comprar o meu primeiro Windows original.
Continuando… pode parecer que não, mas é verdade: o Windows XP foi lançado no segundo semestre de 2001. Agora, em 2009, oito anos depois, sai a versão final do “Seven” que promete tirar a impressão negativa que as pessoas tiveram com o famigerado Vista.
Não é pra menos, já que o Vista foi um desastre em diversos aspectos e não teve o mesmo prestígio que a versão anterior, o XP, que apesar de visivelmente inferior era a mais compatível, leve e estável até o momento.
E a minha experiência até agora foi muito positiva. Verdade!
Como eu imagino que grande parte dos usuários fará a migração do XP para o 7, as surpresas serão praticamente as mesmas que eu tive, do que para o pessoal que migrar do Vista e que já está acostumado com o look and feel do Aero.
Está mais Mac? Nâo sei, talvez.
Mais Linux? Certamente não.
Mais Windows? Com certeza.
Desktop bonitinho do Windows 7
Do que eu consigo me lembrar de coisas que me agradaram: instalação rápida e fácil sem precisar encostar em nenhum CD de driver, nova barra de tarefas “agrupada” e menu Iniciar mais organizado, Aero, Libraries, joguinhos (Xadrez, Paciência, Mahjong e outros), Aero Peek, Media Player 12, Paint, Snipping tool, gadgets, papel de parede rotativo, calculadora, ícones modernos, Sticky Notes, Media Center, Voice Recognition, On-Screen Keyboard, entre outros.
São os tipos de coisas que já existiam por aí em outros OSes, mas que na real já estavam passando da hora de serem resolvidos.
São os pequenos detalhes — como o cuidado para deixar todos os ícones uniformes — que pela primeira vez foram vistas (oi?) numa versão do Windows e que dão o toque de software bem acabado.
Minha impressão inicial é que o Windows 7 “just works”, ou seja, funciona como deveria funcionar, sem dor de cabeça pro usuário e sem perder muito tempo. Entretanto, ainda é muito cedo para dar um veredito, afinal ainda não saiu a versão final, então veremos o que acontece mais pra frente.
Na semana passada, numa conversa depois do expediente com o Jo Name, me ocorreu uma ideia interessante, que talvez pudesse responder algumas das questões que eu tenho enfrentado nos últimos tempos.
Não é de hoje que o curso de design da Ufes tem estado num hiato criativo. As festas e eventos do curso tem dado pouco ou nenhum sinal de vida de que vão acontecer e o grupo de e-mail anda às moscas, sendo alvo de flood barato de alguns, no qual o que dá mais assunto é futebol. A situação ficou difícil ainda quando até o centro acadêmico, única representação discente do curso, é fechado por descaso dos alunos.
Mas ao invés de reclamar e tudo continuar na mesma, resolvi tomar alguma atitude e propor algo que pudesse servir de centelha para que os eventos do curso voltassem a acontecer frequentemente.
O DesignCamp é um evento descentralizado e aberto, sem palestrantes nem grade de programação, cujo conteúdo é construído por seus participantes. Todos são encorajados a participar, seja organizando, propondo discussões, compartilhando ideias e experiências e documentando tudo que acontece.
Para organizar o evento, foi criado um grupo de discussão do evento no Google Groups. Todos estão convidados a participar, basta ser uma quedinha por design, ter iniciativa e vontade de trocar experiências com outras pessoas.
O encontro está inicialmente marcado para os dias 04 e 05 de julho, sábado e domingo, de 2009. O local ainda não foi confirmado, mas provavelmente será o Cemuni IV na Ufes.
Em breve publico mais informações, assim que elas forem sendo confirmadas.
Dúvidas ou sugestões? Deixe-as nos comentários logo abaixo.
Update: embora a maioria das pessoas acreditarem que haverá acampamento (por causa do nome DesignCamp), isso provavelmente não acontecerá, a menos que alguém consiga um local bom e seguro para tal.
Update 2: por motivos de agenda o evento terá que ser adiado. A nova ainda será confirmada, mas é provavel que seja na segunda ou terceira semana de agosto, para bater com a volta das aulas das faculdades.
Há mais ou menos um ano, o Twitter não era tão popular como atualmente. Conhecido principalmente por blogueiros, o Twitter era a ferramenta preferida nos blogcamps e barcamps internet à fora. Durante um bom tempo a minha lista de “seguidores” era composta principalmente por conhecidos de internet à fora, porque localização geográfica já não conta mais no mundo virtual.
Então, eis que nos últimos meses o Twitter tem experimentado um crescimento vertiginoso na quantidade de usuários, impulsionado principalmente por campanhas como de Barack Obama e outras celebridades que têm despontado no ranking de mais seguidos.
No país do orkut a onda veio no formato de capa da revista Época com direito à epígrafe em 140 caracteres e tudo mais. Ler o restante »
@haha_phael hahaha, ah sim, agora tá explicado. Sim, tu tem que comprar desbloqueado. 5 horas atrás
@haha_phael não? oO 5 horas atrás
passou o comercial do Doritos na TV e eu falei "Doritos with Heineken are the best thing ever"; o pessoal olhou pra mim com cara de WTF?! 18 horas atrás
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